FORUM DA ENERGIA - 26

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FORUM DA ENERGIA - 26

Tivemos a satisfação de receber o seu e-mail em nosso Fórum da Energia. A partir de sua inscrição, estaremos enviando para o seu endereço eletrônico debates sobre temas atuais do setor energético. Para cumprir com as normas da boa etiqueta da Internet, comunicamos que, caso prefira não mais receber nossas mensagens, bastará enviar-nos um email confirmando o seu desejo de sair da lista. O senhor(a) também poderá contribuir com opiniões sobre os temas em discussão ou sugerindo novos temas.

Todos os comentários aos temas em discussão serão inclusos no Fórum da Energia seguinte (a menos que o autor manifestar-se contrariamente). Os comentários deverão ser endereçados ao seguinte email: edsantos@iee.usp.br

Comentários também podem ser enviados aos respectivos autores, mas, neste caso, não teremos condições de intermediar os envios. Os contatos deverão ser feitos diretamente. Neste Fórum não existe nenhuma análise prévia dos comentários enviados. Portanto, todos os participantes serão responsáveis pelo conteúdo de sua contribuição. Sugerimos apenas que verifiquem se a contribução a ser enviada é pertinente com o propósito deste Fórum.

Abraço,

Professores Edmilson M. dos Santos  &  Regina Zamith  

Fórum da Energia 26: 05/04/01

edsantos@iee.usp.br  

0. INTRODUÇÃO DOS COORDENADORES: Cavallo Selvagem

Cavallo Selvagem

1. O efeito Tango na Bolsa de São Paulo
2. Cavallo talks, Argentina expects
3. Over to you, Cavallo
4. Safety first for Brazil’s economy
5. Another blow to Mercosur
6. Submerging again?
7. Wild Cavallo looks for crisis integration - A strategy for a hand-by-hand exit

P-36 e Protocolo de Quito - Sinônimos de Afundamento

8. Extremely informative story
9. Statements made by the President of Petrobras
10. Reviewing the environmental and safety policy
11. É o fim de uma era
12. The U.S. president is showing his true colors
13. Use some superior strategy
14. Presidente GEORGE W. BUSH recebe um e-mail por segundo
15. Mais uma ducha fria aí - Bush recusa acordo de Kyoto
16. Kyoto may be mortally wounded or even dead
17. Absolutely shocked

CNPE - Horas de Decisão

18. GÁS NATURAL, O PATO FEIO

Anúncio de Eventos, Livros e Sites

19. Considerem os seguintes eventos    ----------------------------------------------------------------------------------------
0. INTRODUÇÃO DOS COORDENADORES
De: Edmilson Santos (Programa de Energia USP) -  edsantos@iee.usp.br
     Regina Zamith (Programa de Energia USP) -   zamith@link.com.br

Prezados amigos Forenses,

Hoje poupamos-lhes de nossas considerações iniciais. Ao invés disso, trazemos como nossa introdução algumas palavras do Sr. Osires Silva, atual presidente da Varig, antigo presidente da Embraer e da Petrobras. Esses pensamentos encontramos publicados no número de março/2001 da Revista de Bordo Ícaro da Varig. Achamos que refletem um sentimento profundamento válido para as nossas reflexões Energo-forenses.

“Encurtando distâncias:

Duas características do ser humano o fizeram progredir do habitante das cavernas ao ser cada vez mais evoluído (embora ainda bastante imperfeito) de hoje:

- Sua vontade irrefreável de fazer sempre mais e melhor, inventando, criando e desenvolvendo a tecnologia de que necessita, para viver com maior segurança, conforto e bem-estar;

- A naturalidade com que as sucessivas gerações abraçam o estágio de desenvolvimento alcançado pelas gerações anteriores, partindo deste para novas conquistas.

De fato, é na utilização e na ampliação dessa notável herança cultural da humanidade que mais se distingue o Homo sapiens dos outros animais que vivem na face da Terra.

A tecnologia, vista sob esse prisma, aparece, desde os primórdios, como uma ferramenta de trabalho a serviço do homem, e não como um objetivo em si. Ela transforma idéias em coisas práticas, convivendo conosco em quase todas as ações e rotinas, mesmo que não nos apercebamos sempre da sua presença. A tecnologia é mais explícita quando se embarca num jato moderno, que sintetiza tudo que o espírito humanista conseguiu desenvolver, do pensador grego ao mais bem equipado pesquisador de ponta dos laboratórios de hoje. É menos explícita, embora também esteja presente, na criativa estampa da gravata que escolhemos para dar o laço hoje de manhã. Nesse sentido, o povo do nosso país vem dando provas permanentes de criatividade em diversos campos da atividade humana, mas faltam ambiente e condições para que possamos avançar na inventividade - que por aqui anda baixa -, fruto de um desenvolvimento tecnológico sistemático, amplo e permanente. É justamente nela que reside a diferença entre países desenvolvidos e subdesenvolvidos. Para diminuir essa distância é preciso disseminar uma mentalidade tecnológica no país, com a vantagem inconteste de que não é necessário trilhar caminhos já percorridos, não é preciso passar por todas as etapas que levaram às melhores soluções. Um atalho pode ser mais rápido e mais barato.

Osires Silva ”

Obrigado e divirtam-se com este Fórum Energético Selvagem.....

Edmilson dos Santos   &   Regina Zamith

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Cavallo Selvagem  

1. O efeito Tango na Bolsa de São Paulo
De: IVONE PORTES da Folha Online - http://www.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u17796.shl   -  26/03/2001

A aprovação hoje na Câmara dos Deputados da Argentina do projeto que concede poderes especiais ao ministro da Economia Domingo Cavallo e o comportamento positivo das Bolsas na Europa e nos EUA impulsionaram o movimento de compra de ações na Bovespa. Na opinião de Cláudio Tavares, da corretora Fator Dória Atherino, o mercado continua bastante atrelado ao cenário externo, mas como a situação parece estar mais calma na Argentina, os negócios estão seguindo mais tranquilos no Brasil, com Bovespa subindo e dólar recuando. No entanto, lembra Tavares, a situação política interna pode voltar a trazer preocupações para o mercado financeiro doméstico.
 
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2. Cavallo talks, Argentina expects
De: The Economist  Online - Mar 29th 2001

IF ECONOMICS were just a matter of public relations, Domingo Cavallo would be home and dry. Much of what he has done in the first ten days since he became Argentina’s economy minister has been to talk up shamelessly his country’s seemingly bleak prospects. Not without success: after nine months in which the Alliance government of President Fernando de la Rua tore itself apart with squabbles, Mr Cavallo has brought some much-needed political grip. For only the third time in a century, the Argentine Congress agreed to meet over a weekend—to discuss the minister’s Competitiveness Law.

The legislators swiftly approved one of its main provisions, a new tax on financial transactions (to be set at 0.25%). After several days of debate, the lower house also approved emergency powers that will allow Mr. Cavallo to change other taxes, and reform government—but not to cut jobs, wages or pensions, or to privatise the state’s few remaining assets. The Senate was expected to follow suit.

Mr Cavallo made light of the restrictions. He plans a sweeping tax reform to cut evasion. Investors have reacted with cautious optimism. On March 27th, the government managed to sell $350m of three-month treasury bills at an interest rate of 11%. That was lower than expected, but far too high to reassure the markets that Argentina could pay its debts. Mr Cavallo’s response was that the government would not raise more money until rates had fallen. He also denied that he would seek extra aid, from the IMF or anyone else. He took that message on flying visits to Brazil, Argentina’s largest trade partner, and Spain, Argentina’s largest foreign investor.

The bravado has had an effect. Even though Mr Cavallo’s main measure so far has been a tax increase, “Everyone is talking about [the economy’s] reactivation,” says Norberto Sosa, of Raymond James, an investment bank. The boosterism may even, he says, reverse the net outflow of private capital from Argentina since the Alliance took office. Mr Cavallo is trusting in tax breaks and tariff cuts to encourage manufacturing and exports. The test of all this will come soon enough. Argentines and investors alike will be watching for signs of an economic revival. And Mr Cavallo may struggle to maintain political support. He has relied on the opposition Peronists to pass the latest measures. With a congressional election due in October, their support may not last. Mr Cavallo enjoys a challenge. He has certainly found one.

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3. Over to you, Cavallo
De: The Economist Online - Mar 22nd 2001
 
Can Argentina’s most charismatic and controversial economist end the country’s recession?

BARELY into his second year of governing Argentina, Fernando de la Rua now stands at the centre of an impressive scene of political destruction. The Alliance coalition with which he came to power is in tatters. He has been obliged, in effect, to outsource the government. On March 20th, he changed his economy minister for the second time this month, bringing in Domingo Cavallo, who held the job for five years under Carlos Menem, Mr de la Rua’s Peronist predecessor. Mr Cavallo’s task is to try to haul Argentina out of a recession that has now lasted 33 months, while staving off a debt default and saving the currency-board scheme he introduced in 1991, which pegs the peso at par to the dollar.

If Mr Cavallo, who now heads a small conservative party, is successful, he would become a strong candidate for Mr de la Rua’s job in the presidential election due in 2003. If he fails, Argentina’s prospects will be sombre.

He has lost no time. On March 21st, he unveiled his plan, though the details were sketchy. He will ask Congress for sweeping powers to write a “competitiveness law”, which will include changes in taxes and import tariffs, reform of the state bureacuracy and of labour laws, and (unspecified) cuts in public spending and jobs. The immediate aim is to trim the fiscal deficit by some $3 billion. That would enable Argentina to meet the deficit target of $6.5 billion for this year agreed on with the IMF in January, as part of an accord worth almost $40 billion in loans and credit guarantees. Over half the cut in the deficit may come from a new tax of up to 0.6% on financial transactions. A similar tax in Brazil has cut the evasion of other taxes. But Mr Cavallo also wants to stimulate growth, by cutting (or allowing exemptions to) some taxes that inhibit investment. He would cut import tariffs on capital goods—but raise tariffs on consumer goods. This would require a change to the rules of the Mercosur trade group. He may also decide to ask for extra help from the IMF.

Mr Cavallo is an unlikely saviour, charismatic but controversial. His temper is notoriously short. He is despised by many in Mr de la Rua’s Radical party, who accuse him of helping to foment the economic turmoil that hastened the exit in 1989 of the party’s last president, Raul Alfonsin. Neither does Frepaso, the Alliance’s smaller, leftish, component, look on him more kindly. It criticises the social cost of Mr Cavallo’s free-market economic reforms of the 1990s. But there was little alternative to his appointment. Mr de la Rua’s first economy minister, Jose Luis Machinea, had tried a gradualist approach. But the economy remained depressed, unemployment rose to 15%, and investors became nervous. On March 4th, Mr Machinea was replaced by Ricardo Lopez Murphy, the Radicals’ leading free-market economist. Mr Lopez Murphy unveiled a plan involving $4.5 billion of budget cuts over two years. Bankers applauded, but neither Mr Lopez nor the president had done their political homework. Half the cuts were to be in education. That prompted three ministers and six senior officials to resign; two had been appointed only four days earlier. Their going brought down Mr Lopez.

Mr Cavallo has little time. Argentina’s political turmoil has gone hand-in-hand with rising panic in the financial markets. The yield on its bonds has soared, driving up borrowing costs; for the first time since 1995, Argentines have been rushing to withdraw their money from banks. Mr Cavallo insists that the fixed exchange rate will stay. In presenting his “competitiveness” plan, he harked back to the Convertibility Law setting up the currency board, which he pushed through almost exactly a decade ago.

But if he is to succeed, he will require political support denied to Mr Lopez Murphy. Mr de la Rua called for a government of national unity—but that is not what he has got. Mr Cavallo has brought several of his friends into the cabinet. But Mr de la Rua vetoed the return to government of Carlos Alvarez, Frepaso’s leader, who resigned as vice-president in October. Though the social-development ministry remains unfilled, there is no cabinet post for any of Mr Alvarez’s colleagues in Frepaso. Absent, too, were not only the Peronist opposition, but any representative of Mr Alfonsin’s wing of the Radical party.  Mr de la Rua has become “a king, who reigns but does not govern,” says Ricardo Rouvier, a pollster. In his latest poll, Mr de la Rua’s popularity has slipped to just 26%, down from 32% last month. But 48% of those surveyed approved of Mr Cavallo’s appointment.

Mr Cavallo’s first battle involves his request for emergency powers from Congress. The Alliance has only 120 seats out of 257 in the lower house, and the Peronists control the Senate. The Peronists have said they will oppose the powers, but they may be won over. Several Frepaso deputies have already said they will defect from the government, though their absence will be offset by the 12 deputies of Mr Cavallo’s own party.
After some footdragging from Congress, Mr Cavallo may get his powers. His plan includes some populist touches—such as the increase in import tariffs. And it is widely seen as a last chance to maintain stability in Argentina. But with a congressional election due in October, few politicians are likely to do Mr Cavallo any lasting favours. Mr Cavallo almost certainly represents Mr de la Rua’s last chance, too. Failure would probably precipitate an early presidential election. Even so, the currency board might survive. Almost two-thirds of personal loans and 93% of government debt are already in foreign currencies, according to Abel Viglione, an economist at FIEL, Mr Lopez Murphy’s think-tank. But further political turmoil would drive interest rates further up, making a debt default all but inevitable. “If spending continues to exceed income, someone in Argentina will have to pay,” says Mr Viglione. If the president and the opposition let him, Mr Cavallo’s job is to decide who. If they do not, the whole country may end up the poorer.

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4. Safety first for Brazil’s economy
De: The Economist Online - Mar 22nd 2001

AFTER two years of relative stability, Brazil’s currency, the real, has slid sharply this month. On March 19th, it plunged to 2.18 against the dollar, its lowest level since the aftermath of the country’s chaotic devaluation of January 1999. Having already failed to halt the slide by selling dollars, the Central Bank responded by first selling dollar-indexed bonds and then by raising interest rates by a half point, to 15.75%—the first increase since March 1999. Why all the jitters? Partly nerves about Argentina. But unlike its neighbour’s, Brazil’s economy is growing strongly. And despite some recent internal squabbling, its government is much stronger too. In fact, the real’s weakness is a textbook example of the advantages of a floating exchange rate. Economic growth has sucked in imports. Brazil’s trade deficit so far this year is already almost equal to the $700m deficit for the whole of 2000. To make matters worse, a giant oil offshore platform exploded last week, killing ten workers, and then sank; that could add up to $600m to this year’s bill for oil imports. In addition, there are fears that an American recession might staunch the flow of foreign investment that has financed the current-account deficit. So a slightly weaker currency, boosting exports, is just what Brazil needs. But floating exchange rates also have disadvantages. The Central Bank insists it does not have a target for the currency, but it does have an inflation target (of 4% for this year), and imports will now be more expensive. By raising rates, against market expectations, the bank has shown it takes that target seriously.
Businessmen and politicians will not be happy. That may not help Arminio Fraga, the bank’s president, in his efforts to persuade Congress to approve a bill giving the bank independence. Mr Fraga’s job may become more challenging in the next few months. But these are problems Argentina would love to have.

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5. Another blow to Mercosur
De: The Economist Online - Mar 29th 2001

A decade after it was created, South America’s largest trade block is losing direction

ON MARCH 26th, a small and rather sad ceremony took place outside Mercosur’s headquarters, housed in a former hotel in Uruguay’s capital, Montevideo. A few officials gathered in autumn drizzle to raise the trade block’s flag to commemorate the tenth anniversary of its founding treaty. None of the leaders of the member states turned up. Even Uruguay’s president, Jorge Batlle, felt unable to travel the five kilometres from his office to take part. The absence of wild partying was understandable. Though trade between Mercosur’s members—Argentina, Brazil, Paraguay and Uruguay—has quadrupled since its creation, it has fallen since 1998 and amounts to only around a fifth of their total trade. More worryingly, not only are the group’s members failing to agree on a common agenda, but they are striking out in different directions.

Most trade within the block is now tariff-free, though skeins of red tape and a heap of non-tariff barriers still remain. But Mercosur has always aspired to be more than a mere free-trade area: it claims to be a customs union, with a common external tariff. The claim is still unpersuasive. The latest blow came this month from crisis-hit Argentina. It wants to suspend Mercosur’s tariff so it can abolish import duties on capital equipment while raising those on consumer goods to 35%—both currently average 14%—in the hope that this will boost growth. Brazil has reluctantly agreed to suspend the customs union, but only “temporarily”— long enough, in other words, to let Argentina try to pull itself back from a debt default. But Domingo Cavallo, Argentina’s new economy minister, has talked (though not publicly) of Mercosur scrapping its customs union, and becoming simply a free-trade area. At least, says an Argentine official, his government wants in future to apply the common tariff only to a restricted range of goods.

Uruguay has hinted that it might support, or even follow, such measures. Like Argentina, it is suffering a long recession. It shares Argentina’s view that its troubles have been worsened by Brazil’s insistence on relatively high common tariffs on capital goods, to protect its own equipment makers. Mercosur has not managed to keep a common front in trade talks with outsiders, as a customs union is supposed to do. Argentina and Brazil have held separate talks both with the Andean countries and with Mexico. A bigger challenge involves the 34-country talks for a proposed Free-Trade Area of the Americas (FTAA). These are now reaching an important stage: a meeting of trade ministers in Buenos Aires next month is due to reach agreement on a draft text, in preparation for a gathering of presidents at the end of April in Quebec.

So far Mercosur has stuck together in these talks, as it has in others with the European Union. But Chile has broken ranks. It is an associate member of Mercosur. It has a free-trade deal with the block, but is not part of the supposed customs union. Having announced last year that it would seek full membership, in November it suddenly began bilateral free-trade talks with the United States. That irritated Brazil, which hoped to assemble a united South American negotiating block for the FTAA talks. Uruguay’s foreign minister recently hinted that his country might follow Chile in seeking its own deal with the United States. The disarray of the customs union has gone hand-in-hand with a lack of progress in deepening Mercosur by achieving common policies towards trade among members. In April 2000, the Mercosur presidents said they were “relaunching” the project. They have made modest progress. They agreed to harmonise their economic statistics and set common targets for such things as inflation and public debt. They signed a deal, after years of arguing, that will bring cars into the Mercosur agreement by 2006—though sugar, another contentious item, remains outside it. But the group has failed to agree on a common policy on “anti-dumping” actions. And a long list of other aims remain unfulfilled, as they have for several years. They include getting rid of non-tariff barriers (eg, by harmonising food-safety rules) and allowing free trade in services and government purchases, as well as eliminating the many exceptions to the common tariff.

One problem is that the block’s two largest members have such different currency regimes: Brazil’s floating (or sinking) real has lost over 40% of its value since its forced devaluation in 1999, whereas Argentina’s peso is pegged to the dollar. Increasingly, Argentines are blaming their economic troubles on their link to a partner that can gain “unfair” advantage by letting its currency fall. In fact, Argentina quickly regained its trade surplus with Brazil after the devaluation, though only with the help of “voluntary” trade restrictions that Brazil’s government persuaded some of its companies, from chicken processors to paper makers, to negotiate with their Argentine counterparts. Mercosur talks of, one day, solving such problems with a single currency. But that is a long way off.

It should, however, be easier to strengthen Mercosur as an institution. Brazilian officials insist that the grouping is integral to their country’s future. In Argentina, Mercosur once had the enthusiastic backing of business, which saw it as a route to a larger market. But in Brazil Mercosur has always been primarily a diplomatic project, a means to gaining more clout in the world. Brazil has always resisted creating a Mercosur disputes-settlement body, seeing this as a loss of sovereignty. Yet such a body would reassure its partners that Mercosur had a future. The customs union might survive, and develop further, if Brazil were to accept its partners’ desire for lower external tariffs all round, especially on capital goods. Chile might then join, too.
“Rather than making long lists of unfinished business, what Mercosur needs most is the re-creation of a sense of political understanding and shared interests,” argues Roberto Bouzas, an Argentine economist, in a recent study. Without that, Mercosur may drift into irrelevance, with the trade links between its members no stronger than those that each individually has with third countries. That would be a shame. Increased trade and political co-operation between Mercosur’s members have bolstered stability, democracy and economic reform in the region over the past ten years. All would benefit if the integration continued.

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6. Submerging again?
De: The Economist Online - Mar 29th 2001

America’s slowdown is likely to prove painful for emerging economies in Asia and Latin America

EVERY year or two the world seems to go through some sort of emerging-market crisis: Mexico in 1995, Asia in 1997, Russia in 1998 and Brazil in 1999. Plenty of people reckon that another crisis is now overdue. They cite several potential faultlines, from Turkey, which was forced to devalue in February, to Argentina, where the risk of default is rising. In fact, the greatest problem for emerging economies appears to be the slowdown in America’s economy.

Over the past few years America’s economic engine has helped to pull along emerging economies, by sucking in imports. Nowhere has this been more crucial than in East and South-East Asia, where exports account for almost two-fifths of regional GDP. America is the region’s biggest export market, with Japan second. Together these two take about one-third of the region’s exports. Little wonder, then, that the recent troubles of both economic giants have undermined business confidence in Asia’s economies. During Asia’s financial crisis in 1997-98, America was growing at an annual rate of more than 4%. Such powerful growth in their biggest market, combined with their super-competitive currencies after devaluation, allowed the Asian economies to export their way out of recession.

The region now faces a double-edged threat. Not only is America’s economy faltering, reducing its overall appetite for imports. The economy’s demand for information technology (IT) equipment is likely to fall even more sharply, as business investment slumps. Electronic equipment accounts for over half of total exports by Malaysia, Singapore and the Philippines; it makes up as much as 80% of Malaysia’s exports to America. As American firms slash their IT budgets, emerging Asia is suffering a sharp slowdown in exports. In Taiwan, exports were 4% lower in January and February than a year earlier, compared with an annual growth rate of 30% in the third quarter. South Korea’s export growth has slowed from 27% to 6% over the period. South Korea’s GDP fell in the fourth quarter of 2000, at a time when American firms had barely begun to slash their IT budgets. An analysis by the Asian Recovery Information Centre, part of the Asian Development Bank in Manila, concludes that, if the growth rate of electronic exports were to fall in volume by 20 percentage points, from an annual 30% in recent years to 10%, this would knock two percentage points off Malaysia’s GDP growth rate, and 1.2 percentage points off South Korea’s. Much more would be knocked off if IT exports actually went into decline.

Exports have long played a leading role in Asia’s growth, but there is a key difference this time, compared with America’s last recession in 1990-91. Domestic demand is weak, and governments have less scope to boost it. A legacy of the 1997-98 crisis is that many countries already have swollen budget deficits. Asian economies, excluding China, ran an average budget deficit last year of almost 4% of GDP; in 1997, before the full force of the financial crisis, their budgets were close to balance. And monetary policy is likely to be less effective now, because the region’s financial systems are fragile. Banks, still saddled with too many bad loans, are unwilling to increase new lending. Most economists expect America to slow sharply this year, but still to escape a recession. If so, then East Asia’s growth might dip from 7% last year to 5%. But suppose, to take a gloomier view, that America has zero GDP growth this year. Asian growth would then dip to 3.9%, according to Goldman Sachs. Apart from the mid-crisis year of 1998, that would be the slowest since the late 1970s, even though the figure includes China, which not only has high natural rates of growth, but is also relatively less affected by an American downturn. The bank estimates that growth in South Korea, Taiwan, Hong Kong and Singapore would drop from a combined 8.5% to 2.3%, and growth in the non-developed ASEAN economies from 4.8% to 1.3%.

Fears that the region is about to suffer another financial crisis are overdone, all the same. Most of the former Asian tigers have abandoned the fixed exchange rates that were at the root of their previous crisis. In 1997 all of them had large current-account deficits, but today they have surpluses. They have also replenished foreign-exchange reserves and cut short-term debt. In 1996 most Asian currencies were tied to the dollar. As the dollar soared against the yen, this eroded their economies’ competitiveness. In contrast, over the past year, as the yen has slumped once more against the dollar, Asian countries have allowed their currencies to fall. For example, the Korean won has fallen by 15% over the past 12 months. This has helped competitiveness.

Latin losers:

Emerging Asia is hurt by a sharp slowdown in America (and Japan) largely though exports. In contrast, emerging economies in Latin America have only modest trade links, with the notable exception of Mexico. Eastern Europe, meanwhile, is more dependent on markets in Western Europe. The dependence of Brazil and Argentina on exports to America is tiny, just 2% and 1% of their respective GDPs. In contrast, Malaysia’s exports to America amount to 24% of its GDP. Where Latin economies are more vulnerable, however, is in their need for foreign capital. They cannot afford to see it dry up.

The table shows some striking differences among emerging economies in Latin America and Asia. Not only is Latin America a great deal less dependent on exports to America and Japan, but exports of IT equipment are also less prominent. On the other hand, while the Asians have current-account surpluses, Latin American economies all have deficits. If international investors become more risk-averse in the face of an American recession, it is the countries with the biggest external financing needs that would suffer most. Argentina, one of the few economies that is still tied (through its currency board) to the dollar, has now been in recession for almost three years. This has made it harder for the government to reduce its swollen public debt. Argentine bonds account for as much as one-quarter of J.P. Morgan’s benchmark index of emerging-market bonds. So if Argentina defaults, or is forced to reschedule its debt, the contagion effects on other borrowers in the region could be nasty.

Argentina’s problems have already sent the Brazilian currency and bond markets tumbling this year. On March 21st, concern that a weaker real would push up inflation caused the central bank to increase interest rates for the first time in two years. That did not stop the currency sinking to a new low. The Mexican peso, by contrast, has been more resilient, even though 88% of the country’s exports go to America. Brazil is relatively insulated from the direct impact of a fall in American imports, but it has a current-account deficit of over 4% of GDP, and its foreign debts amount to more than 330% of its exports, second only to Argentina’s 412%. South Korea’s debt of 65% of exports looks small by comparison. Anything that seems likely to cause even a small deterioration in Brazil’s external account—whether coming from America or Argentina—could therefore set off jitters in Brazil’s financial markets and push the currency lower. That would force the central bank to raise interest rates to hold inflation within its target. About half of Brazil’s public debt is linked to overnight interest rates, and almost one-quarter is linked to the real-dollar exchange rate. So a rise in interest rates and a fall in the currency automatically swell the government’s debt burden.

On the whole, though, East Asia will suffer more from America’s economic downturn than Latin America. America’s boom in the late 1990s was the main reason why emerging Asian economies got back on their feet faster than expected after their crisis. In turn, the boom allowed governments to delay reforms, such as bank and corporate restructuring. With America slowing, they may regret their dithering. The Asian economies would be in a better state to weather the coming storm had they put their houses in order first.

TABLE:

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7. Wild Cavallo looks for crisis integration - A strategy for a hand-by-hand exit
De: Edmilson Santos (Programa de Energia USP) -  edsantos@iee.usp.br

As we can see from the last articles, economic uncertainty plays the major role in the future development of Latin America in next months. Impossible not to take this economic difficulties seriously if we want to discuss the Brazilian current energy crisis. The Brazilian energy crisis is believed to happen if economic growth really takes off in 2001 and 2002. However, after showing a great deal of optimism, Brazil is already experiencing the limits for its growth if the country is expected to keep supporting the currency stability. By increasing the interest rates, the economic growth slows down and the energy needs ease out, postponing the energy crisis to the future.

On the other hand, energy can also play a central role for the region to exit the financial crisis. We propose to Mr. Cavallo and Mr. Fernando Henrique Cardoso to look for the Crisis Integration as a Strategy for a hand-by-hand exit of the financial turmoil. As recession is present in Argentina, large amount of electricity is available for exports to Brazil, which supposedly starves for energy. So, the fastest and cheapest way of increasing electricity supply in Brazil is by growing imports from Argentina. However, this strategy is not free, since the transmission system between Argentina and Brazil, and between the Southern of Brazil and its Southeastern region, where the market is located, are completely saturated. Therefore, the excellent short-term energy policy now should be to strengthen the region’s transmission system, boosting significantly the energy integration between the two countries.

Brazil will still have to attract foreign capital for those transmission investments, but it would be easier to attract investments into a regulated, very low risk business, than into gas-fired power generation, which has already proved to be perceived as a high risk business in Brazil. It might become more and more difficult to bring new investment into power generation in Brazil as contagion effects from Argentina spreads over and turns potential lenders nastier. But investors might feel easier to invest in transmission. As far as the Brazilian current-account deficit is concerned, the most important is to bring easier and faster money into more attractive investments, which will also increase energy supply, rather than keep struggling for boosting gas-fired power generation in the country, and having no investment and no power.

As energy integration between Brazil and Argentina gets stronger, Brazilian imports from Argentina will increase substantially which will give a tremendous financial help to Argentina. It will also bring new bloody to Mercosul, strengthening the Block as a formidable political institution which will help both countries to exit the crisis, linking the people together. Brazil will also be in stronger position to require from Argentina to retake the former customs union and allow some protection to Brazilian capital equipment. In this case, outflows of dollars from Brazil to Argentina, to pay the energy imports, will partially return as inflows from Brazilian capital goods exports to Argentina. And more than never the South Americans will be able to assemble united to negotiate the FTAA with the US.  

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P-36 e Protocolo de Quito - Sinônimos de Afundamento   

8. Extremely informative story
De: Dick Startzman - startzma@spindletop.tamu.edu

Dear Edmilson,

Thanks for the extremely informative story on P-36. This is much more than we get from the international press! It's hard to tell if insurance will pay for negligence (if it can be proven.) I guess one has to review the contract to see. Two years seems like a short time to build a giant platform like P-36. And, of course, wells must be re-drilled and production facilities installed. On the other hand, the original plans are on hand and, perhaps, the original contractors and their facilities may be available. To me it would seem to be troublesome to rebuild a platform that has suffered such a disaster without a thorough review of the causes of the collapse. History repeats itself sometimes and a review may result in significant changes in the design of the structure.

Best Regards, Dick Startzman

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9. Statements made by the President of Petrobras
De: Vance Langford - v_langford@HOTMAIL.COM

I found some of the statements made by the President of Petrobras to the NY Times in the immediate wake of the P36 rig disaster to be particularly alarming from corporate communications and environmental perspectives. The following statements are excerpts of an article in today's NY Times:

"Henri Philippe Reichstul, president of the state-controlled oil company, Petróleo Brasileiro, or Petrobras, which operated the rig, said today that it was 'inevitable'that at least some of the nearly 400,000 gallons of oil
stored on it would spill into the ocean."

OK, SO ADMITTING THE INEVITABLE MAY BE HONEST AND FORTHRIGHT, BUT:

"There is a plan in place to protect the environment," Mr. Reichstul said. "We are not terribly worried about the environmental question."

MAYBE YOU SHOULD BE WORRIED? EVEN A LITTLE? AND DON'T YOU THINK YOU SHOULD BE CONCERNED ABOUT MEASURES TO CLEAN UP THIS DISASTER AND TO PREVENT FUTURE
ENVIRONMENTAL DESTRUCTION?

"We're going to increase oil production this year, despite the accident, " Mr. Reichstul said. "Production in 2001 will exceed that of last year."

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10. Reviewing the environmental and safety policy
De: Thomas Walde - Thomaswalde@CS.COM

There is another article on the Brazilian offshore platform dissappearing in today's FT (www.ft.com). It questions the lack of environmental and safety priority in Brazil. I would not exclude if Brazil has to do a serious review of its environmental and safety policy - not too dissimilar to the UK Cullen Commission report (after the Piper Alpha disaster) around 92-3.

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11. É o fim de uma era
De: Edmilson Santos (Programa de Energia USP) -  edsantos@iee.usp.br

Assisti aos depoimentos dos Presidentes da Petrobras, AEPET e ANP no Congresso, referente ao acidente da P-36. Devo dizer que adorei as palavras do Sr. David, pois não é possível que as pessoas deixem passar acusações levianas desta forma. O Sr. Da AEPET estava com brincadeira. Ou ele tem provas de todos os comentários que fez. Neste caso, ele precisa mostrá-las, pois são acusações muito graves. Ou ele é um tremendo irresponsável nas suas colocações. De qualquer forma, dado que o Sr. Reischtul estava ali, acuado, em um cantinho, coitadinho. Sem poder responder na mesma altura, foi fabuloso poder ver o Dr. David chamando para si a responsabilidade e colocando alguns dos pontos na devida ordem.

Por outro lado, é um pecado que os nossos Senadores estejam perdendo a oportunidade de rever aspectos fundamentais da política petroleira brasileira, concentrando as suas atenções em demagogias baratas, como a caça às bruxas da diretoria da Petrobras. Muito honestamente, não tenho nada contra o Sr. Reischtul. Pelo contrário vejo-o cumprindo a sua missão de maneira exemplar, qual seja, transformar a Petrobras em um projeto financeiro internacional de sucesso, que garanta a sua inserção nos mercados de capitais internacionais e facilite a atração de dólares para o Brasil. Daí a transformar a Petrobras em uma organização sustentável, temos uma grande distância e não sei se o Sr. Reischtul ainda será o homem adequado. Por outro lado, também não tenho pena do Sr. Reischtul, se a sua cabeça, por ventura, for cortada injustamente. Afinal das contas, ele fez a mesma coisa com o seu ex-braço forte, o antigo diretor corporativo Carlos Aguiar, que perdeu a cabeça após o acidente da Baía da Guanabara. Paradoxalmente, o Sr. Carlos Aguiar talvez fosse o homem que o Sr. Reischtul mais precisava depois do acidente da Guanabara.

Mais importante, porém, é refletirmos se o modelo dos grandes presidentes da Petrobras, externos à organização, não se esgotou. Iniciamos este Fórum com algumas palavras do Sr. Osires Silva. Lembro-me, nos anos 80 ou início dos anos 90, quando o Sr. Osires, com um tremendo prestígio nacional, depois do seu enorme sucesso na Embraer, foi levado à presidência da Petrobras. Com o mesmo discurso, ou seja, abrir a caixa preta da Petrobras. O homem foi queimado em menos de 1 ano e levou quase outros 10 anos para se recuperar e, agora sim, de novo no seu aquário, voltar a reinar na Varig. Essas grandes personalidades externas que não entendem nada de petróleo e devem, subitamente, presidir uma tamanha organização como a Petrobras não funciona. Não pode resultar em nada positivo. E também não contribui com a abertura da caixa preta da Petrobras, pois essa caixa não está na empresa. Está sim no governo.

A Petrobras é tão grande que dentro de suas linhas encontraremos todas as cores políticas. Portanto, os governos deveriam trabalhar com lideranças formadas dentro da própria organização. Lembro-me quando um dos grandes mestres que criaram a aventura das águas profundas da Petrobras, o Sr. João Carlos de Luca, acabou perdendo na queda de braço final com o Sr. Rennó. O homem tinha tanta substância e conhecimento que acabou retornando em cena, agora como Presidente da Repsol-YPF do Brasil. Construirá, sem nenhuma dúvida, a segunda maior empresa de petróleo do país. A única que, ao longo dos próximos dez anos representará uma concorrência de fato para a Petrobras e um símbolo da abertura do mercado. O governo, enquanto acionista da Petrobras, deve promover, continuamente, a chamada Revolução dos Gerentes, expurgando a velha guarda que ainda domina a empresa, da qual o Sr. Reischtul não pôde se livrar, e permitindo a ascensão de cabeças novas, com formação internacional, que trazem consigo novos valores de sustentabilidade empresarial.

Por outro lado, também lamento que os nossos Senadores tenham deixado o Sr. David escapar tão facilmente. O Dr. David trouxe em suas mãos o documento mais importante da nova indústria de petróleo brasileira, qual seja o Plano de Desenvolvimento dos campos - no caso o Plano de Desenvolvimento do Campo de Roncador. O que está escrito neste plano? Quais os critérios de formulação que são requeridos das empresas? Como esses planos têm sido negociados entre o órgão regulador e as empresas? O Plano de Desenvolvimento não é um documento puramente regulatório. É também um dos principais instrumentos de política petroleira. É fundamental que a classe política possa compreender o significado deste documento e possa influenciar nos parâmetros para a sua elaboração. Esse é o caminho mais factível e menos traumático para viabilizar uma indústria de petróleo mais sustentável no longo prazo.

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12. The U.S. president is showing his true colors
De: Michael Neuman - mtneuman@juno.com

The U.S. president is showing his true colors now regarding cutting back on greenhouse gas emissions.  All it took was a little friendly persuasion by the many fossil fuel industry thugs. The premature Sierra Club and National Wildlife Society's statements about positive signs from the Bush administration in agreeing to revisit
Kyoto Protocol Agreement appear to have been just that.

Michael T. Neuman
Author of : "Conserve, NOW!: Reducing Greenhouse Gas Emissions and Other
Environmental Costs by Offering Financial Incentives that Reward Less
Driving, Less Flying and Less Energy Use in the Home", 1 November, 2000.

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13. Use some superior strategy
De: David Thomson - dave@volantis.org

Use some superior strategy.  Make it look like you are joining the side of industry in calling for investigations into the larger global warming cycle, of which there is tons of evidence to back up.  If we can show the world
that it isn’t the corporations’ fault, but that the earth is undergoing a major natural change, we can get corporations on our side.  You may not like the concept for political reasons, but I hope that saving the earth means more to you than saving political face.  We need to get everyone on earth working on the same side if we are going to get anything done at all. Divide and we will be conquered.  Unite and we will triumph together, as a worldwide team. Let’s face it, if no one is to blame and we are all potential victims of a
natural global catastrophe, it wouldn’t take any effort at all to convince the masses to reduce carbon dioxide output (and take other conservation measures) in order to not add to the problem.  And at the same time there
can be some real meaningful, orderly long-range planning to adjust to the changing world.   I would hate to see global warming creep over us due to political squabbling and then have to revert to survival of the fittest
techniques to work through the coming changes.  You realize that the US Government already has a strong-arm policy in place to force compliance with global changes, don’t you?  Check out this site…

http://www.sonic.net/sentinel/gvcon6.html

Wake up and recognize that global warming goes beyond anthropods and politics.  We seriously need to get some direction soon. With the downturn of the stock markets, I’m expecting a crash of some sort tomorrow.  We may be too late already if our political structures fall apart.  Don’t throw the baby out with the bathwater.   We need to work on this problem as a world team and everyone has to be on the same side.  Stop falsely accusing industry and start bringing everyone together.

Regards, Dave

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14. Presidente GEORGE W. BUSH recebe um e-mail por segundo
De: Rede CTA-UJGOIAS - cta@sindecon-esp.org.br

As últimas declarações do Presidente George Bush provocaram um congestionamento nos servidores da Casa Branca: um e-mail por segundo é recebido pela caixa postal president@whitehouse.gov vindos de todas as partes do planeta. Da Patagônia à Sibéria milhares de e-mails se acumulam protestando contra a traição americana aos compromissos de redução de emissão de gases de efeito estufa. Em carta que será entregue à Cônsul dos Estados Unidos dia 3 de abril às 10 horas da manhã, na Rua Padre João Manoel, 933 em São Paulo, as ONGs ambientalistas Amigos da Terra, Greenpeace, IPSUS, SOS Mata Atlântica, Vitae Civilis, Instituto Sócio Ambiental e Instituto Pró-Natura juntam-se à esta ação e desafiam o governo dos Estados Unidos a cumprirem seus compromissos assumidos perante a Convenção do Clima. O aquecimento global é uma realidade comprovada cientificamente e constitui-se na mais séria ameaça ao ser humano e aos ecossistemas no século que se inicia. Ações urgentes são necessárias: reduzir emissões de combustíveis fósseis e acabar com desmatamentos e reduzir queimadas. O Protocolo de Quioto é a primeira - e real - chance de se construir um futuro mais limpo. Todos os esforços diplomáticos devem se unir para que a COP 6-bis em julho de 2001 em Bonn regulamente o Protocolo de maneira a que ele possa ser ratificado pelas partes já em 2002. Dadas suas marcas históricas de maior poluidor do planeta, os Estados Unidos não podem fugir a responsabilidade de participar ativamente no processo de reversão do fenômeno da mudança climática. Na verdade, o que se pede aos Estados Unidos é algo insignificante. Todos sabem que as metas definidas pelo Protocolo são insuficientes. Aos Estados Unidos cabem uma modesta redução de 7% que podem ser atingidas por meio de mecanismos de flexibilização que reduzem o custo total de cumprimento destes compromissos. Mesmo assim, o governo dos Estados Unidos se nega a participar. A carta entregue à Cônsul dos Estados Unidos (em inglês e português) pode ser acessada no site www.amazonia.org.br

Mario Monzoni
Amigos da Terra - Amazônia Brasileira
Email:mmonzoni@amazonia.org.br
Data e local de entrega do Manifesto:

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15. Mais uma ducha fria aí - Bush recusa acordo de Kyoto
De: Mario Monzoni - Amigos da Terra - mmonzoni@amazonia.org.br

Prezadas e Prezados,

Mais uma ducha fria aí - Bush recusa acordo de Kyoto (Agestado)

Washington - O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, informou hoje que não apoiará o acordo sobre o clima negociado em Kyoto, no Japão, mas que buscará uma alternativa que "incluirá o mundo" nos esforços para reduzir a poluição. O porta-voz da Casa Branca, Ari Fleischer, afirmou que Bush pretende trabalhar com os aliados dos EUA num plano que obrigaria as nações desenvolvidas a unificar alguns critérios. "Excluir a maior parte do mundo não faz parte dos interesses deste país, ou resolverá o problema", disse o porta-voz. "É importante incluir todo o mundo no tratado".  De acordo com a administradora da Agência de Proteção do Meio Ambiente, Christie Whitman, a administração Bush não está interessada no acordo porque o Congresso não deverá ratificá-lo. Ela lembrou a votação no Senado, de 95 a 0, contra os Estados Unidos tomarem qualquer ação sobre mudanças climáticas a menos que outros países desenvolvidos também adotem medidas para reduzir os gases que causam o efeito estufa, principalmente o dióxido de carbono. Whitman afirmou, no entanto, que a Casa Branca continuará "engajada" nas negociações internacionais sobre as mudanças climáticas. Ela não especificou quais as posições que Bush pretende tomar no próximo encontro das Nações Unidas sobre o acordo de Kyoto, no meio do ano. O acordo de Kyoto prevê que as nações industrializadas reduzam as emissões de gases poluidores. Os Estados Unidos, por exemplo, deveriam cortar suas emissões em cerca de um terço até 2012.  Whitman lembrou que nenhuma outra nação industrial ratificou o tratado. "Não somos os únicos com problemas nestas questões", disse a administradora.

Mario Monzoni
Coordenador do Projeto Eco-Finanças
Amigos da Terra - Amazônia Brasileira

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16. Kyoto may be mortally wounded or even dead
De: rmayhew@ns.sympatico.ca

Kyoto may be mortally wounded or even dead, but I do not think this should be a cause for major lamentations.  While it could have been used as a starting place for deeper cuts in CO2 emissions in the future, in and of itself, it probably would have had little effect on the progress of global climate change, for a number of reasons:

1) the reductions were simply too small to have a decent impact: i do not have the data in front of me, but i do remember prominant scientists saying that even if fully implemented by all signatory countries, it would have been inadequate.

2) it could have been used by the USA as an excuse not to go further: if it was in fact accepted, its inadequacies would probably have become obvious in a few years, but industry and governments could still say  "we are doing our share with Kyoto.  You want us now to go much further??? I don't think so!": Kyoto itself could have become a stumbling block to further progress, instead of a springboard.

3) it did not address other major greenhouse gasses, or carbon particulates - just CO2.

4) There were just too many loopholes being considered, such as carbon credits trading and forest plantation planting to supposedly create new "carbon sinks", etc.   Just how much actual reduction in emissions would
have resulted, nobody knows.

5) in an ironic sense, the Bushies are partly correct: there was little incentive for developing nations to build energy conservation and low-pollution energy sources directly into their infrastrctures and societies As they increase their energy production levels.   It would have been just a matter of time before developing countries overtook "developed" countries in total CO2 emissions, using mainly "dirty" methods like coal, biomass and other inexpensive carbon feuls.

Also, there is the important matter of natural feedback loops which may accelerate the greenhouse effect: a good treaty would encourage research into these processes, and would help fund and foster climate change research in general: it is unclear whether Kyoto would have dones this. So, let us hope (and of course do much more than just "hope"!!) that as the mountain of various forms of evidence telling us there truly is a
problem grows too high to ignore, that governments, including that of the USA, will be stimulated to formulate and actually implement more comprehensive treaties and unilateral initiatives that actually have a
prayer of being effective in moderating climate change and its many effects.

Ross Mayhew.

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17. Absolutely shocked
De: Peter Martin - ddbcali_peter@telesat.com.co

I'm absolutely shocked at the news that Christie Todd Whitman, head of the U.S. EPA, has confirmed today that the U.S. will not implement the KYOTO Protocol! I really think that it is devastating news for the worlds environment and totally against developing nations. Personally I think it is a very selfish and selfinterested position on behalf of the United States, leading worldwide gas emissions pollutant and therefore one of the worlds greatest culprits of Global Warming!!! I would on behalf of the worlds poorest nations, specially in the Americas region, ask that the EPA seriously reconsider its position on the Kyoto Protocol and join in on the prevention of future (and present) global climate disasters. We must get the U.S. to implement this Protocol imediately!!!

Best regards,
Peter Martin,
Colombian Pacific Waters Org., Cali, Colombia.  

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CNPE - Horas de Decisão

Nota dos coordenadores: É bom refrescarmos a memória que o CNPE deverá decidir sobre temas realtivos à conservação e uso racional de energia. Em particular, ganha grande importância o tema relativo à conservação e uso racional do gás natural. A seguir trazemos uma ótima contribuição neste sentido.  

18. GÁS NATURAL, O PATO FEIO
De: Paul Poulallion - Sinergia - plp@uninet.com.br

1- O ABC DA ENERGIA

A. O Valor é Qualidade e Confiabilidade

A participação do custo da energia na constituição dos preços dos produtos manufaturados através de processos tecnológicos adequados é irrisória quando comparada aos custos financeiros. É da ordem de 4 % e menos de 2 % nos produtos de tecnologia avançada, sendo exceção apenas alguns produtos semi-acabados (energo-intensivos) e outros processos de baixa eficiência. Entretanto, sem energia não há produção. A importância da qualidade e disponibilidade da energia, é muito superior ao custo operacional, seja ele qual for. A melhor base de arrecadação de impostos é a energia, como foi o sal (Gabela). Cada fase de produção usa uma parcela de energia e quem consome mais paga mais impostos, sem efeito cascata. O contrário é o subsídio a energia, incentivando e sustentando processos perdulários de alto desperdício energético.

B. O Trabalho é Suor

É da natureza intrínseca do Universo que a energia térmica seja o elemento propulsor da vida. A energia útil na Terra é essencialmente térmica. A eletricidade é um produto e como tal é de uso limitado e específico. As políticas de não importação de combustíveis, os empréstimos de pretrodólares para geração hidroelétrica e o subsídio da energia elétrica provocaram a substituição das aplicações térmicas tradicionais pela eletrotermia. Assim, quase 45% da energia elétrica industrial no Brasil é utilizada para fins térmicos. A penetração do gás natural provocará uma regressão relativa de consumo da eletricidade e uma racionalização energética, mais rápida ou lentamente, dependendo do ritmo que sociedade adote a substituição de paradigma. O contrário será converter o gás em eletricidade ou em vapor quando seu uso direto descentralizado ou em cogeração é adequado tecnicamente e de preservação ambiental superior. A chave para esta aplicação é o desenvolvimento tecnológico, cujos produtos complementares são ainda mais benéficos: a geração de empregos e a competitividade.

C. O Saber é Capital

Os fatores econômicos chamados "vantagens comparativas" não fornecem garantia de competitividade pois, são as tecnologias desenvolvidas que promovem o sucesso. Baixa tarifa de energia, baixos preços de matérias-primas ou baixos salários nunca colocarão os países tecnologicamente colonizados em posição de competitividade. São países industrializados onde a tecnologia é mais avançada, que registram as mais elevadas tarifas de energia e salários. O contrário é a subvenção das tarifas de energia que reduz a competitividade. A eficiência energética e a racionalização dos processos geram fatores de competição porque utilizam tecnologias inteligentes. A chave é a educação.  

2- O GÁS NATURAL, UM COMBUSTÍVEL ALTERNATIVO ?

Antes da era das células a hidrogênio, o gás natural (metano predominante) deverá ser queimado por equipamentos de uso final. Existe uma relação econômica entre os investimentos mobilizados por gasodutos, redes de distribuição, equipamentos de queima de gás e fábricas de produção dos equipamentos; como existe também uma relação entre os investimentos para exploração, produção, refino do petróleo, a distribuição dos derivados de petróleo, os equipamentos de queima (automóveis, aviões, motores, queimadores, etc.) e usinas de fabricação de automóveis, aeronaves, fornos, etc. Se para um gasoduto de transporte deve-se gastar 2 bilhões de dólares, para uma vazão de 30 milhões de m³/dia precisará de 4 bilhões para as redes de   distribuição, 8 bilhões para os equipamentos que deverão queimar os 30 Mm³/dia e 16 bilhões para os centros de pesquisa tecnológica, de treinamento, as fábricas e plantas de produção de equipamentos. Percebe-se imediatamente que os países em desenvolvimento sem rede de gás, sem fábricas, nem tecnologia de uso de gás estão muito longe de aproveitar dos benefícios do gás natural mesmo construído gasodutos e terminais metaneiros. Quando um país como o Brasil consome realmente 1% de gás natural e não há planejamento para aumentar essa participação gradativamente, iniciando pela educação, pelo treinamento e a cultura do uso do gás, é óbvio que teremos gasodutos para suprir flares ou verter água nas barragens. Em países subdesenvolvidos o pensamento econômico é linear:  o mais barato é melhor. Portanto, no setor energético, a lenha, o vento e a água são os energéticos mais baratos porque a natureza fornece de graça. A lenha nativa é queimada, o moinho gira com o vento, a água levanta o pilão para triturar os grãos. Em países desenvolvidos o pensamento é complexo, o melhor é o de maior produtividade ou será uma relação custo/benefícios, portanto, valerá o esforço financeiro para investir em perfeicionamento dos ferramentos e aproveitar melhor a energia:  máquina a vapor (água + calor) hidroelétrica (água e campo magnético) motores, turbinas à gás (ar + calor).

O domínio de um país, a hegemonia de uma região, ou seja, a melhor forma de colonização será de conceder empréstimos em moeda forte para apropriar-se não somente das riquezas das colônias mas também das produções induzidas através de juros impagáveis e capitalizados:  em termo de estratégia energética é fomentar, por exemplo, a construção de barragens, de indústrias de produtos semi-acabados energo-intensivos e capital intensivo, etc. A colônia paga para exportar matérias-primas, energia e salários:  os juros dos empréstimos, pagos aos bancos de países importadores são maiores que as receitas obtidas pelas exportações geradas por usinas financiadas por países importadores (Fernando Ramos - "Conservação de energia e política de exportação de metais básicos". São Paulo energia - Agosto 1989).  

3- OS TRÊS IMPEDIMENTOS DO GÁS NATURAL

O primeiro é óbvio: o gás natural é a energia fóssil mais cara devido as suas características: é um gás mais leve que o ar, não é líquido naturalmente como o óleo, não é sólido como o carvão. Assim, qualquer uso do gás implica em construção de uma estrutura para conte-lo sobre pressão, transportar em dutos, comprimir (processo mais caro que bombear). Quando o valor considerado é somente o preço, o gás é mais caro (o petróleo é às vezes mais caro que o gás devido ao controle da OPEP); quando o valor considerado é função da eficiência, do baixo impacto ambiental, da melhor qualidade e de fácil operação, do combustível de maior racionalização, o gás natural é "um barato". Se nossa sociedade valoriza equivocadamente mais o preço da energia que a qualidade de vida, o gás ficará como no passado, fora da matriz energética nacional; no nordeste onde existe um excesso de gás natural depois de 20 anos, se queima a produção de lenha equivalente a 1ha/dia por cerâmica:  é mais barato tudo bem até quando ? "até a importação de madeira para fabricar os caixões" (Presidente do Sindicato das Usinas de Cerâmica do Rio Grande do Norte).

O segundo impedimento é derivado de um paradigma da energia no Brasil:  energia é eletricidade - em conseqüência 40% de nossa matriz é hidroelétrica e 40% da energia elétrica é utilizada em eletrotermia:  exemplo do chuveiro elétrico. Assim, imagina-se construir 42 termoelétricas a gás natural para converter o gás em eletricidade com perdas de 50% para depois aquecer processos industriais. O raciocínio é tanto viciado que as próprias companhias de gás pensam em fomentar a conversão do gás em eletricidade para que as companhias de eletricidade comercializem um produto "residual" (perdas de mais de 60% entre a city-gate e o disjuntor da indústria) em vez de comercializar elas mesmas o produto principal que é o próprio gás natural. Parece portanto, que o verdadeiro negócio é a criação de uma estrutura financeira para garantir o pagamento de juros e de comissões de mercado. O dilema eletricidade/gás natural parece realista se não é analisado de um ponto de vista custo social e ambiental. A conversão do gás em eletricidade perde 60% de energia (aumento da poluição) e ainda utiliza máquinas importadas financiadas em US$, ou seja, os investimentos não serão empregados no desenvolvimento tecnológico e industrial do Brasil (criação de empregos e centros de pesquisas tecnológicas) mas para organizar alegremente financiamentos e o pagamento de juros. O terceiro impedimento é derivado de uma visão deformada da pesquisa tecnológica. Devemos saber que se o M.C.T. assumir seu papel para fomentar aplicações do uso direto do gás por equipamentos nacionais ou pelo menos parcialmente nacionalizados, teremos em 10 anos um parque industrial mais eficiente e exportador que a estrutura de consumo equivocado, viciada pela eletrotermia. Infelizmente o programa importante do CTPETRO, teve aplicação desviada para inúmeros de projetos que não tem objetivos de desenvolver o uso direto do gás como sua apresentação introdutiva queria explicar. Como não existe estruturas interessadas em desenvolver equipamentos específicos para o uso do gás, o gás natural teria um destino preferencial:  sua conversão em eletricidade e em líquidos (GTL) combustíveis sintéticos. Os dois setores já tem todas as "forças" e organizações para tomar conta do gás "convertido". O tempo é a essência da sabedoria, podemos portanto, imaginar que os técnicos brasileiros poderão desenvolver nos fundos de quintais equipamentos eficientes que indicarão as multivias da beleza do gás natural.   

4- DESEMPREGOS, INFLAÇÃO VERSUS TECNOLOGIA CIVILIZATRICE

O dilema "calibrado" dos economistas é de criar empregos com a promoção de aumento da taxa de inflação (curva de Phillips). No contexto econômico fechado e com a administração de tarifas, inclusive de energia, essa curva teve um fundamento técnico. Entretanto, já é bem conhecido que as "inovações" tecnológicas modificam o custo dos produtos e sobretudo a eficiência dos processos de produção e a oferta responde a demanda, criada pelo aumento de empregos, sem provocar a inflação. O gás natural permite ganho de eficiência até de 5 com o uso de tecnologias mais eficientes e de maior produtividade, como a cogeração, a descentralização energética que não são a energia equívocadamente, "elétrica" distribuída. Esse ganho libera espaço econômico para conversão de processos e substituição de equipamentos que se traduz por criação de empregos e desenvolvimento civilizador tecnológico (universidades, centro de pesquisas, centro de treinamento, etc.), mas isso sem contar com o radicalismo do paradigma da energia elétrica e da centralização necessária da interligação das usinas. Parece que a gente não tem capacidade de imaginar que o gás natural pode queimar nos pontos à aquecer sem passar pela cadeia de conversão, transformação e depredadora da transmissão elétrica.

Como na história do pato feio, precisará ainda de alguns anos para descobrir que o gás natural não é um pato, mas um super cisne muito mais bonito, ler "um barato", que seus primos das famílias de energéticos. É a maravilhosa chama azul para qualquer uso energético que tem um único defeito:  precisa ter competência e ser tecnologicamente desenvolvido para utilizá-lo.

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19. Considerem os seguintes eventos

  Curso de CENÁRIOS
De: Francisco Anuatti - fanuatti@usp.br

Caro Edmilson
 
Gostaria de pedir o favor de divulgar o lançamento da quarta edição do CENARIOS. Os interessados podem encontrar as informações no endereço WWW abaixo:

http://143.107.93.232/fipe/Cursos/PGCen1/entrada.htm

  Grato
 
Francisco

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I CURSO "TEORIA ECONÔMICA E PRÁTICA DA REGULAÇÃO DOS MERCADOS"
COORDENADOR CONVIDADO Prof. GESNER OLIVEIRA
De: Editora singular [singular@editorasingular.com.br]

O I CURSO "TEORIA ECONÔMICA E PRÁTICA DA REGULAÇÃO DOS MERCADO" foi idealizado tendo-se em vista a importância crescente dos órgãos de defesa da concorrência e regulação e a crescente demanda por profissionais da área do Direito familiarizados com os conceitos econômicos relevantes.
O Curso foi concebido em Módulos complementares abrangendo os principais conceitos econômicos e técnicas modernas, discutindo e verificando sua aplicação através de estudos de casos no Brasil e no mundo.
Os cinco Módulos contêm o estado das artes no plano internacional com uma carga horária de 56 horas aula e serão ministradas no período de 24 de abril a 05 de setembro. Os textos de leitura básica serão fornecidos aos participantes ou disponibilizados no site da editora Singular ao qual terão acesso através senhas.

O número de vagas é limitado.
Coordenador: GESNER OLIVEIRA
Professores convidados:
Elizabeth Farina
Mário Possas
Arthur Barrionuevo
Sergio Goldbaum
Cesar Mattos
Rui Santacruz

LOCAL: TRANSAMERICA FLAT- LA RESIDENCE PAULISTA
Alameda Jaú, 1606- Cerqueira César
Horáiro: 19:00 às 21:00 horas
Data : Início 24/04- término 05/09 – Terças e quintas
PREÇOS
Cada Módulo: R$ 680,00
Os cinco Módulos: R$ 2.700,00
Em 3 parcelas de R$ 900,00 = R$ 2.700,00
Em 4 parcelas de R$ 675,00 = R$ 2.700,00
Em 5 parcelas de R$ 540,00 = R$ 2.700,00
Com desconto à vista: R$ 2.200,00

Local de Inscrição:
Rua Augusta, 2709 conj. 31 ou pelo telefone/ fax (11) 3083.3326 - com Marcelo -das 14:00 às 17:00 horas de segunda a sexta
www.editorasingular.com.br
email: singular@editorasingular.com.br  

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Curso de Atualização em Distribuição de Gases Combustíveis
De: Gás Brasil - eventos@gasbrasil.com.br

De 9/4/2001 a 27/06/2001

Objetivo de Capacitar o profissional em conhecimentos básicos sobre gás combustível, com uma formação complementar de caráter abrangente sobre distribuição nos segmentos residencial, comercial e automotivo.

Para Profissionais com formação de nível superior

O curso é organizado em 7 Blocos Temáticos:
Energia e Meio Ambiente; Conceitos Básicos; Equipamentos; Redes de Transmissão; Instrumentação; Automação e Medição; Aplicação no Setor Industrial; Aplicação no Setores Residencial, Comercial e Automotivo; Visita Técnica.

Local - Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo
(11) 227-5611 - Ramais - 28 e 32
cursogas@laosp.br  

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Latin Gas 2001
De: Amanda Wellbeloved - amanda@glopac.com

LATIN GAS 2001
Business Opportunities: Upstream & Downstream
Gas Strategies, Projects, LNG, Gas-Power Energy Finance
Organised & Hosted By Global Pacific & Partners - Houston, Johannesburg, London
Sheraton Hotel, Rio de Janeiro - 2 & 3 May 2001

Latin Gas 2001 will provide a unique Continent-wide view of gas opportunities and developments from key Companies (Majors & Independents), Governments and NOCs. Speakers will treat with all major projects on the gas value chain, gas supply-demand, pricing, new ventures, terms and regulation, risk issues, gas-fuel competition, privatization of gas-energy assets, business issues and strategic implications, including IPPs, corporate strategies, alliances and partnerships, and investments in gas-power, and energy finance.
Global Pacific & Partners will release its new Latin Gas Strategies in the 21st Century Report at the Conference.

To register and for information: contact global.pacific@pixie.co.za

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Vacancy for a Senior Energy and Environmental Policy Studies Cons ultant.
De: Claire Byers - C.Byers@ecofys.nl

Ecofys the Netherlands is pleased to announce a vacancy for a Senior Energy and Environmental Policy Studies Consultant. For more information please see the description below and our website at  http://www.ecofys.nl/index_en.html  

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The Department Energy and Environmental Policy Studies of Ecofys has a vacancy for an experienced consultant that could support our consultancy and research work on the policy aspects of energy conservation, renewable energy, climate change, acidification, and other energy related environmental issues.

Our clients can be found both in the public and the private domain, both in small and in multi- or supranational organisations. They need sustainable solutions for their strategic questions and Ecofys is involved in this policy formulation process as a consultancy and research organisation.

Examples of consultancy and research projects can be found at http://www.ecofys.com/climate

The consultant is involved in consultancy activities for our broad range of clients, making full use of the broad expertise within Ecofys and its sister- and daughter companies throughout Europe. Furthermore, he or she will be involved in acquiring and managing consultancy projects. For this vacancy we are looking for an energetic, creative and enthusiastic staff member with:

* relevant expertise in the field of energy and environmental policy consultancy
* good consultancy skills
* good communicative, editorial and organisational capabilities
* a pragmatic attitude combined with the ability to appreciate the "big picture"
* good oral and written command of Dutch and English and preferably German
* experience in acquisition and a commercial attitude are preferred
* a university degree in science

In addition to a pleasant, informal working environment, Ecofys offers a good salary and a complete package of secondary employment conditions, including the possibility of part-time working hours, supplemental incapacity for work insurance, company savings scheme, pension scheme, 27 vacation days, Dutch rail pass, Internet subscription and home PC scheme. If you meet our requirements and wish to work in an international and dynamic environment, please send your application with CV in English to:

ECOFYS, attn. Marie-José Campfens, Postbus 8408, 3503 RK Utrecht
or e-mail jobs@ecofys.nl <mailto:jobs@ecofys.nl>

Claire A. Byers
ECOFYS Energy and Environment
PO Box 8408   3503 RK  UTRECHT  The Netherlands
Phone (+31) 30 2808 336    Fax (+31) 30 2808 301
c.byers@ecofys.nl  Website http://www.ecofys.com/  


Consulte o banco de dados da Rede CTA-UJGOIAS O Universo Jurídico do Estado de Goiás http://www.ujgoias.com.br  - ujgoias@ujgoias.com.br 

FONTE D'ÁGUA - Informativo sobre Água em português do FLORIDA CENTER FOR ENVIRONMENTAL STUDIES - http://www.ces.fau.edu   Para falar com a coordenação do Fonte d'Água, escreva para e-mail: fontedagua-request@ces.fau.edu 

"A hora em que você precisa fazer alguma coisa é quando ninguém mais quer fazê-la ou quando todos dizem que é impossível." Eudora Welty

Rede CTA-UJGOIAS - Consultant, Trader and Adviser Pelo Desenvolvimento Limpo de um Novo Mercado Financeiro! Sindicato dos Economistas, no Estado de São Paulo cta@sindecon-esp.org.br 

amyra@netdoctors.com.br  - www.sindecon-esp.org.br