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03027000095 - Environment Justice x Finance - Agência Estado - 28.10.2000 http://www.estadao.com.br/ciencia/ - Vazamento de 450 litros de óleo em Paranaguá - Por Beatriz Coelho Silva e Paulo Cabral* 29/10/00

Environment Justice x Finance  -

Agência Estado  - 28.10.2000 http://www.estadao.com.br/ciencia/

Vazamento de 450 litros de óleo em Paranaguá

Por Beatriz Coelho Silva e Paulo Cabral*

Rio de Janeiro - Um vazamento de óleo diesel no porto de Paranaguá, no Paraná, mobiliza, desde a noite de ontem, uma equipe da Petrobras. Segundo nota da empresa, o rompimento da junta de vedação de uma válvula de bloqueio, durante uma operação de rotina, fez 450 litros vazarem dentro do terminal, atingindo a areia. Cinquenta litros caíram na rede pluvial e chegaram ao mar. Mas o diretor de litoral do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama), Lício Domit, acredita que o vazamento pode ser maior e atingir até três mil litros.

O gerente de Segurança e Meio Ambiente da Petrobras na área, Rogério Zagonel Torres, informou que o vazamento aconteceu às 18h15m de ontem e foi detectado imediatamente. Uma equipe de plantão foi para a área e está retirando o óleo com barreiras absorventes. O duto foi fechado, mas o resto do terminal está funcionando normalmente. Domit, que sobrevoou a área esta manhã, disse que a mancha no mar tem cerca de 100 metros por 200 metros, mas ele espera um laudo do Instituto Ambiental do Paraná para ver qual será a punição da empresa.

Segundo o diretor da Área de Dutos e Terminais da Transpetro, Wong Loon, responsável pelo terminal de Paranaguá, o vazamento foi de pequenas proporções e, provavelmente, não causou danos ecológicos. Esta manhã, ele acreditava que, até o fim da noite, o óleo seria retirado do mar.

Repar

O diretor do Sindicato dos Petroleiros do Paraná, Roni Anderson Barbosa, disse hoje que, na quarta e na quinta-feira passadas, voltaram a ocorrer dois vazamentos na Refinaria Presidente Vargas (Repar), em Araucária, no interior do Estado. Segundo Barbosa, 20 metros cúbicos de óleo combustível e 20 metros cúbicos de gasolina atingiram o solo, mas não chegaram ao Rio Iguaçu, onde quatro milhões de óleo vazaram em julho.

A direção da empresa negou a ocorrência dos dois vazamentos desta semana. Desde janeiro, quando 1,3 milhão de litros de petróleo vazaram na Baía de Guanabara, a Petrobras vem enfrentando o problema repetidas vezes.


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