03027000104 - Environment Justice x Finance - Protocolo de Kyoto em Debate - Argumentos e Contra-Argumentos sobre a inclusão de Florestas no CDM - Seção 8. - Por Ken Chomitz* Tradução Maria do Carmo Zinato 18/11/00


ctapeq.gif (3027 bytes) Rede CTA-UJGOIAS - Consultant, Trader and Adviser
Pelo Desenvolvimento Limpo de um Novo Mercado Financeiro!
Sindicato dos Economistas no Estado de São Paulo
Rede - Sindecon Tel/Fax.: 3107.2035 - amyra@netdoctors.com.br

Argumentos e Contra-Argumentos sobre a inclusão de Florestas no CDM - Seção 8.

Por Ken Chomitz* Tradução Maria do Carmo Zinato*

Esta seção baseia-se nas conclusões de uma reunião da Iniciativa Florestas e Carbono, compilado por Ken Chomitz, e reúne o principal argumento contra floresta e contra-argumentos discutidos durante a reunião.

Afirmativa
Contra-argumento
Forest carbon offsets são falsos. Creditar esses offsets leva a aumentar as emissões GHG mundiais porque :
1. os países pedirão crédito por manter florestas
2. Não temos maneira de medir redução de emissões, então os projetos terão pedidos inverificáveis de offsets
3. Você não pode proteger florestas, na verdade, você apenas leva o desmatamento para outras partes.
1. Por causa do teste de adicionalidade, os países não podem pedir crédito florestas não ameaçadas existentes, assim como não podem pedir créditos por hidrelétricas existentes ou capacidade de geração nuclear.
2. Além disso, é mais fácil demonstrar projetos de carbono forest (o que pode impor custos aos proprietários de terra enquanto dão lucro aos vizinhos) do que muitos projetos de energia (que reduz gastos de combustíveis para patrocinadores de projetos)
3. Métodos científicos existem para medir redução de emissões reais (seqüestro) e para impor níveis básicos.
4. Projetos de prevenção/desmatamento efetivos incorporam ação que contempla as causas originais do desmatamento
Projetos Forest carbon não oferecem benefícios climáticos de longo prazo porque o carbono seqüestrado tem sempre o risco de ser solto. Aquecimento global vai destruir as florestas de qualquer maneira e soltar seu carbono, então não tem sentido creditar redução e seqüestro atuais de emissões.
 
 
 
 
 
 
 
1. Mesmo estoque temporário gera um pequeno, mas real benefício – cumulativo aquecimento é retardado enquanto o Carbono é seqüestrado. Em outras palavras, armazenagem temporária retarda permanentemente o aumento na temperatura.
2. Algum armazenamento "temporário" ficará permanente. Sim, há o risco de que o carbono seqüestrado será solto quando um projeto acaba, mas esse risco é menor do que 100%. Principalmente, algumas florestas podem estar sob ameaça temporária de degradação irreversível. Se pudemos adiar essa ameaça até, digamos, o desenvolvimento econômico possa fazer queima de fazenda e derrubadas não atrativas, teremos ganhos permanentes.
3. Mudança climática é uma chance, fenômeno incerto que demanda uma abordagem portfolio. Florestas sofrerão em algumas regiões, ganharão em outras como um resultado da mudança climática. Proteção florestal agressiva agora pode ajudar a retardar a mudança. Investimentos e m várias abordagens de mitigação em várias regiões são necessários.
Offsets de Forest carbono valem menos a pena do que offsets baseados em abatimento por causa do risco de offsets de florestas serem prematuramente soltos.
1. Muitas classes de projetos offsets de energia propostas incluem substancial risco de não-adicionalidade.
2. Projetos que reduzem a demanda de carvão resultarão em substantivo leakage espacial e temporal de volta a o carvão por causa da caída de preços.
3. offsets de Forest carbon podem ser ajustados para duração, por ex., por ton/ano.
Permitir Forest carbon torna o carbono barato demais e deixa o Oeste fora do jogo.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1. Os mecanismos de flexibilidade de Kyoto, que já estão aceitos, separam responsabilidade em atingir as reduções de emissões da localização das reduces de emissão. Os países Ocidentais que são historicamente responsáveis pelas emissões GHG levam vantagem.
Países em desenvolvimento devem restringir a flexibilidade do Annex I excluindo projetos forest carbon, e aumentando os custos do Annex I em conseuguir cumprir Kyoto? A vantagens de restringir flexibilidade são emocionais: é amargo ver países industrializados continuarem a se envoilver em atividades de alta emissão e seria, de certa maneira, satisfatório impor severos custos nesses países como uma maneira de punição por excessos passados. Entretanto, há diversas desvantagens fortes em restringir o flexibilidades do Annex I do ponto de vista dos países em desenvolvimento:
  • Despesas com abatimento são gastas em tecnologia Ocidental em países industrializados e principalmente beneficiam companhias e empregados ocidentais, enquanto projetos de forest carbon tendem a beneficiar areas rurais em países em desenvolvimento.
  • Restrições em flexibilidade ferirão países em desenvolvimento exportadores de energia.
  • Consequentes reduces de GDP em países industrializados reduzirão a demanda de exportação de países em desenvolvimento.
  • Se os países industrializados encontram custos mais altos de implementação, é mais provável que evitem Kyoto ou negociem de maneira exitosa metas menos restringentes.
2. Projetos de Forest carbon não são baratos como categoria; há alguns atraentes oportunidades de baixo custo, mas outras são mais caras.
3. Aumentando a classe de projetos aceitáveis certamente aumentará o suprimento, mas nào é provável que cheguem a um preço zero. Custos de transações investimentos, e barreiras instrumentais, são muito grandes pra permitir muito suprimento em curto prazo.
4. Até onde o forest carbon tiver sucesso em baixar custos de abatimento, será o caso de celebrar, não reclamar! Kyoto mal toca a superfície das reduções necessárias para estabilizar o clima do planeta. Quanto mais baixo o costo de reduções, mais rápido teremos progresso na estabilização climática.
Introdução de forest carbon baixará o preço de offsets de carbon, reduzindo o incentivo para inovações técnicas para redução de emissões.
1. Introduzir os offsets de forest carbon, por outro lado, tira a sombre do preço das emissões de GHG das florestas e uso do solo e pode, consequentemente, promover o desenvolvimento de novas tecnologias de redução de emissão.
2. Offsets de energia e forest carbon são melhor explicados como complementares. Os maiores passos custo-benefício em reduzir emissões relativos a energia serão dados através da pesquisa a longo prazo e progresso em redução de emissão da próxima geração de stock capital, mais do que tentando ajustar os equipamentos atuais. Sinalizar futuros altos custos de energia podem ser mais efetivos do que levantar os custos de energia hoje estimulando o tipo de pesquisa e progresso que é necessário. Forest Carbon pode ajudar a completar a lacuna enquanto nós estamos esperando por essas novas tecnologias serem desenvolvidas em etapas.
Introdução de forest carbon fere países em desenvolvimento por baixar o preço dos offsets de carbono.
Permitir novas fontes de suprimento offset certamente mudarão a distribuição de benefícios. Entretanto, sem carbono forest e uso do solo, os benefícios de CDM serão altamente concentrados em um par de países com setores grandemente industriais e de energia dependentes de carvão. Introdução do carbono forest e uso do solo expande benefícios entre um muito maior número de países.
Permitir crédito para evitar desmatamento cria um problema moral daninho: países (ou personagens dentro dos países) tentarão reduzir os esforços de proteção das florestas ou mesmo diminuir as atividades de desmatamento.
Problemas análogos existem na área de energia, e soluções padronizadas terão de ser encontradas. Por exemplo: sob quais condições energia seria subsidiada? Ou não obediência aos padrões de poluição do ar, serão permitidas como parte de um cenário básico de um projeto energético? Em ambas situações de floresta e energia, há necessidade de definir regras claras sobre as linhas básicas.
Credito pelos projetos de plantação de florestas podem levar a danos sociais ou ambientais; por exemplo: através de incentivos para substituir florestas nativas por florestas plantadas, deslocamento de produtores, impactos no solo e no lençol freático.
Problemas análogos exitem nos projetos energéticos - por ex. Impactos sociais e ambientais das represas hidrelétricas. Em projetos de energia e floresta, há uma necessidade de uma avaliação e controles de impacto ambiental.
Projetos de energia dão aos países em desenvolvimento transferência de tecnologia necessária, enquanto projetos de floresta e uso do solo não oferecem tais benefícios.
Na maioria dos países em desenvolvimento, a pobreza é absurdamente maior na área rural, e tecnologias que aumentam a rendo dos produtores são muito necessárias. Projetos com agrofloresta, silvicultura ou componentes de plantações podem oferecer tecnologias que tanto melhorem a renda rural quanto emprego.Freqüentemente, essas tecnologias podem ser difundidas espontaneamente – o teste real da transferência exitosa de tecnologia. Ao contrário, muitas tecnologias energéticas são caras e patenteadas e podem não se difundir prontamente.
Projetos Forest carbon violam a soberania nacional por requerer compromissos perpétuos de manutenção das florestas.
 
 
 
1. Alguns países querem tornar perpétuos os compromissos de manutenção florestal em certas áreas (por ex. bacias hidrográficas críticas) e ficam felizes de encontrar assistência técnica e financeira para isso
2. Opções futuras para o uso do solo podem ser a manutenção através de acordos de seqüestro temporário.
O problema da altura da fruta: países em desenvolvimento temem que se vendem offsets da prevenção de desmatamento agora, será mais caro conseguir isso no futuro se eles concordam em tomar os caps. Ou, caps futuros podem vir a ser baseados em emissões reduzidas com projeto, mais do que o cenário dos negócios como estão.
Respostas e considerações estratégicas:
1. Você não tem de vender agora, é uma proposta de ação e não de opção, nem um requerimento. Entretanto...
2. se você espera, você pode não ter nada para vender. Por exemplo, nos atuais níveis de desmatamento, um estudo prevê que não haverá mais qualquer terra não alagada de floresta em Sumatra e Kalimantan (Indonesian Borneo) em 2010. Após essa data, não haverá emissões para abater dessa fonte.
3. Se pensa que o preço vai subir, você poderia produzir os offsets agora e coloca-los em banco para venda futura; ou vender serviços em andamento atravées de sistemas de tonelada/ano.
4. Use linhas básicas atuais (por definição, o cenário dos negócios como estão agora ) como base para futuras negociações de caps.

Nota da tradutora: Alguns termos não foram traduzidos por  serem específicos de um grupo de profissionais do qual a tradutora não faz parte. Entretanto a idéia geral foi respeitada em sua íntegra. (MCZ) 

 

O documento original em inglês se encontra ao final da página

Tradução: Maria do Carmo Zinato* é - Coordenadora, Fonte d'Água email: fontedagua-request@ces.fau.edu. http://www.ces.fau.edu - Facilitadora, lista Pantanal 2025 - http://epi.ces.fau.edu

O Texto de Ken Chomitz* nos foi enviado pela Ecosecurities

Paulo Braga email:<braga@ecosecurities.com.br>

Av.Presidente Wilson 210, 9º andar -20030-021 Rio de Janeiro

Telefone: 021.532.7499 - Site: www.ecosecurities.com

SECTION 8. ARGUMENTS AND COUNTER-ARGUMENTS ABOUT THE INCLUSIONS ON FORESTRY IN THE CDM

This section is based on the conclusions of a Forest Trends Carbon Initiative meeting, compiled by Ken Chomitz, and raises the main arguments against forestry, and counter-arguments discussed during the meeting.

Assertion

Counterarguments

Forest carbon offsets are bogus. Crediting these offsets leads to increased world GHG emissions because:

1. countries will claim credit for standing forests

2. we have no way of measuring emissions reductions, so projects will make unverifiable claims for offsets

3. You can’t really protect forests, you just divert deforestation elsewhere

1. Because of the additionality test, countries cannot claim credit for unthreatened standing forests, just as they cannot claim credit for standing hydropower or nuclear generating capacity.

2. Additionality is in often easier to demonstrate for forest carbon projects (which can impose costs on landholders while providing benefits to neighbours) than for many energy projects (which reduce fuel expenditure for project sponsors)

3. Scientific methods exist for measuring actual emissions reductions (sequestration) and for imputing baseline levels.

4. Effective deforestation-prevention projects incorporate actions that address the root causes of deforestation

Forest carbon projects don’t provide long-lasting climate benefits because sequestered carbon is always at risk of release. Global warming is going to destroy the forests anyway and release their carbon, so there is no point in crediting current emissions reductions or sequestration

 

 

 

 

 

 

1. Even temporary storage provides a small but real permanent benefit – cumulative heating is delayed while the carbon is sequestered. In other words, temporary storage permanently retards the increase in temperature.

2. Some ‘temporary’ storage will turn out to be permanent. Yes, there is a risk that sequestered carbon will be released when a project ends, but that risk is less than 100%. Importantly, some forest may be under temporary threat of irreversible degradation. If we can ride out that threat until, for instance, economic development makes slash and burn farming unattractive, we will have some permanent gains.

3. Climate change is a chancy, uncertain phenomenon that demands a portfolio approach. Forests will suffer in some regions, gain in others as a result of climate change. Aggressive forest protection now may help to stave off the change. Investments in a variety of mitigating approaches in a variety of locations are needed.

Forest carbon offsets are worth less than offsets based on abatement because of the risk that forest offsets may be prematurely released.

1. Many classes of proposed energy offset projects carry substantial risks of non-additionality

2. Projects that reduce demand for coal will result in substantial spatial and temporal leakage back into coal due to depressed prices.

3. Forest carbon offsets can be adjusted for duration, e.g. by ton-years

Allowing forest carbon makes carbon too cheap and lets the West off the hook.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1. The Kyoto flexibility mechanisms, which are already accepted, separate responsibility for achieving emissions reductions from location of emissions reductions. The Western countries that are historically responsible for GHG emissions take on caps.

Should developing countries try to restrict Annex I flexibility by excluding forest carbon projects, and increase Annex I costs of complying with Kyoto caps? The advantages of restricting flexibility are emotional: it is galling to see industrial countries continue to engage in high-emissions activities and it would be, at some level, satisfying to impose a severe cost on these countries as a kind of punishment for past excesses. However, there are several strong disadvantages of restricting Annex I flexibility from the viewpoint of developing countries:

  • abatement expenditures are spent on Western technology in industrial countries and primarily benefit Western companies and employees, while forest carbon projects would tend to benefit rural areas in developing countries
  • restrictions on flexibility will hurt energy-exporting developing countries
  • consequent reductions in industrial countries’ GDP will reduce demand for exports from developing countries
  • if the industrial countries face higher compliance costs, they are more likely either to walk away from Kyoto, or successfully negotiate less stringent caps

2. Forest carbon projects are not cheap as a class; there are some attractive low cost opportunities, but others are more expensive.

3. Expanding the class of acceptable projects will certainly expand the supply, but it is unlikely to send the price to zero. Transactions and investment costs, and institutional barriers, are too great to allow much supply in the short run

4. To the extent that forest carbon does succeed in lowering abatement costs, this would be a cause for celebration, not complaint. Kyoto barely scratches the surface of the reductions needed to stabilise the planet’s climate. The lower the cost of reductions, the more quickly we can make progress at stabilising climate.

Introducing forest carbon will drive down the price of carbon offsets, reducing the incentive for technical innovation in reducing energy emissions.

1. Introducing forest carbon offsets, on the other hand, raises the shadow price of GHG emissions from forestry and land use, and may therefore prompt the development of new emissions-reducing technologies.

2. Energy and forest carbon offsets are best viewed as complementary. The greatest and most cost-effective strides in reducing energy-related emissions will be made by focusing long-term research and development on reducing emissions from the next generation of capital stock, rather than retrofitting existing equipment. Signalling high future costs of energy may be more effective than raising energy costs today in stimulating the kind of research and development that is needed. Forest carbon can help bridge the gap while we are waiting for these new technologies to be developed and phased in.

Introduction of forest carbon hurts developing countries by driving down the price of carbon offsets

Allowing new sources of offset supply will certainly change the distribution of benefits. However, without forest and land use carbon, CDM benefits will be highly concentrated on a couple of countries with large coal-dependent industrial and energy sectors. Introduction of forest and land use carbon spreads benefits among a much wider class of countries.

Allowing credit for averted deforestation creates a moral hazard problem: countries (or actors within countries) will be tempted to reduce forest protection efforts or even to increase deforestation activities.

Analogous problems exist in the energy area, and standard solutions will have to be found. For instance: under what conditions would energy subsidies, or non-compliance with air pollution standards, be allowed as part of the baseline scenario for an energy project? In both the energy and forestry situations, there is a need to define clear rules about baselines.

Credit for forest plantation projects can lead to environmental or social damage; e.g., through incentives to replace native forest with planted forest, displacement of farmers, impacts on soils and water tables

Analogous problems exist in energy projects – e.g. environmental and social impacts of hydropower dams. In both energy and forestry projects, there is a need for environmental impact assessment and controls

Energy projects provide developing countries with needed technology transfer, while forestry and land use projects provide no such benefit.

In most developing countries, poverty is overwhelmingly rural, and technologies that increase farmer incomes are badly needed. Projects with agroforestry, silvopastoral, or plantation components can provide technologies that boost rural incomes and employment. Often these technologies can spontaneously diffuse – the real test of successful technology transfer. In contrast, many energy technologies are expensive and patent protected and may not readily diffuse.

Forest carbon projects violate national sovereignty by requiring perpetual commitments to forest maintenance

 

 

1. Some countries want to make perpetual commitments to forest maintenance in certain areas (e.g. critical watersheds) and are happy to find financial and technical assistance in doing this.

2. Future options for land use can be maintained through agreements for temporary sequestration.

The fruit height problem: Developing countries worry that if they sell offsets from deforestation prevention today, they will find it more expensive to comply at some future time if they agree to take on caps. Or, future caps will be based on the reduced with-project emissions, rather than the business as usual scenario

Strategic responses and considerations:

1. You don’t have to sell now, it is proposed as an option, not as a requirement. However...

2. If you wait, you may have nothing to sell. For instance, at current deforestation rates, one study predicts that there will be no non-swamp lowland forest left in Sumatra and Kalimantan (Indonesian Borneo) by 2010. After that date, there will be no emissions to abate from this source

3. If you think the price is going to go up, you could produce the offsets now and bank them for later sale; or sell ongoing services through a ton-year system

4. Use current baselines (by definition, the business as usual scenario) as the basis for future negotiations on caps.


Consulte o banco de dados da Rede CTA-UJGOIAS
O Universo Jurídico do Estado de Goiás
http://www.ujgoias.com.br - ujgoias@ujgoias.com.br


"Sei que meu trabalho é uma gota no oceano.
Mas sem ele, o oceano seria menor..."   Madre Teresa de Calcutá

Rede CTA-UJGOIAS - Consultant, Trader and Adviser
Pelo Desenvolvimento Limpo de um Novo Mercado Financeiro!
Sindicato dos Economistas, no Estado de São Paulo

amyra@netdoctors.com.br - www.sindecon-esp.org.br

[ Topo ]

UJGOIÁS - O Universo Jurídico