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Environment Justice x Finance  - FONTE D'ÁGUA http://www.ces.fau.edu

FLORIDA CENTER FOR ENVIRONMENTAL STUDIES -CES FAU

Texto original CNN http://www.cnn.com/2000/TECH/space/10/04/ozone.hole/index.html

Nasa descobre o maior buraco de Ozônio já visto

Tradução por Maria do Carmo Zinato*

4 de outrubro de 2000 – Greenbelt, Maryland (CNN) – Cientistas do Goddard Space Flight Center da NASA anunciaram que encontraram o maior buraco de ozônio já registrado, uma área aproximadamente três vezes o tamanho dos EUA.

Num relatório emitido na quarta-feira, a NASA afirma que satélites observaram uma área de 11,5 milhões de milhas quadradas – na realidade um afinamento da camada de ozônio que protege a Terra - no mês passado, sobre a Antártica.

Os cientistas culpam uma combinação dos atuais suspeitos – clorofluorcarbono (CFCs) e outros químicos que destroem a camada de ozônio – e um vento nas camadas superiores chamado Vortex Polar que gira ao redor da Antártica. Neste ano, o círculo do Vortex é maior do que o usual "e assim, o fato de que é um pouco maior, cria um buraco maior de ozônio" afirma Paul Newman.

NASA afirma que os níveis de CFC na atmosfera baixaram muito depois do Protocolo de Montreal, em 1987, que visa eliminar a produção dos químicos que destroem a camada de ozônio. Mas essas substâncias podem ficar na atmosfera por décadas e, portanto, levará muito tempo até que uma redução delas na terra venha a surtir algum efeito na estratosfera.

A destruição da camada de proteção de ozônio permite que os prejudiciais raios de sol ultravioleta atinjam a Terra em maior quantidade. Pesquisadores dizem que aumentam os índices de câncer de pele. Estão também preocupados com o oceano ao redor da Antártica porque o Plankton, a base da cadeia alimentar de lá, pode ser vulnerável à radiações intensas de ultravioleta. Os cientistas também estão tentando confirmar a relação entre a formação de buracos de ozônio e o aquecimento global, a teoria que afirma que certos tipos de poluentes criam uma espécie de manta térmica atmosférica que aquece a Terra.

A CAMADA DE OZÔNIO PODE LEVAR DÉCADAS PARA SE RECOMPOR

Pela equipe do ENN, Environmental News Network

28 de setembro de 2000 – Apesar de os químicos que corroem a camada de ozônio – como os CFCs - estarem diminuindo da atmosfera, não se pode dizer quando a camada de ozônio começará a se recompor, dizem os cientistas do NOAA.

"A depredação ocorreu principalmente nas últimas duas décadas", diz Elizabeth Weatherhead, uma cientista da Universidade de Colorado do Laboratório de Recursos Atmosféricos do NOAA. Muitos cientistas acreditam que estamos vivendo sob as mais finas camadas de ozônio já registradas, acrescenta ela. Mas há esperança no horizonte.

"Esperamos ser capazes de detectar recomposição em muitas regiões do mundo dentro dos próximos 15 a 45 anos", disse Wetherhead. "Isso, baseado no completo cumprimento do Protocolo de Montreal e seus complementos, e sem nenhum outro fator complicador como uma erupção vulcânica ou aumento do resfriamento estratosférico."

Ozônio é a camada fina da atmosfera que protege organismo vivos da prejudicial radiação ultra-violeta. O Protocolo de Montreal é um acordo internacional que objetiva a eliminação da produção dos químicos que corroem esta camada.

A maioria dos países desenvolvidos já adotou o Protocolo, mas diversos países em desenvolvimento ainda não o fizeram por razões econômicas. A maioria dos cientistas concorda que a camada de ozônio somente se recuperará completamente depois que todos os países adotarem o Protocolo e deixarem de produzir essas substâncias.

Gases destruidores da camada de ozônio, tais como CFCs e outros, normalmente encontrados em refrigeradores, agentes espumantes, extintores de incêndio e solventes permanecem na atmosfera por diferentes períodos de tempo. Pode levar dias ou anos para que alguns desses químicos atinjam a estratosfera. Assim,apesar de muitos CFCs terem sido banidos, seu impacto está apenas começando a afetar a camada de ozônio.

Wheatherhead e seus colegas analisaram previsões de um modelo químico da Nasa e de modelos de avaliação de ozônio usados pela World Meteorological Organization em 1998 para estimar quanto tempo é necessário para detectar a recuperação do ozônio em médias latitudes, as áreas mais populosas do mundo. Os resultados do estudo, publicados em 16 de setembro no Journal of Geophysical Reserch, sugerem que várias décadas se passarão até que se detecte um aumento na camada de ozônio, também conhecida como "total column ozone"

Apesar de haver outras maneiras de se detectar sinais de recuperação de ozônio, as medições da coluna total de ozônio oferecem uma visão completa de quanto ozônio está presente na região. "A razão da grande importância da coluna total de ozônio é ela o único fator significativo que diz quanta radiação UV passa pela atmosfera, fator este significativo para os seres humanos e o meio ambiente" diz Weatherhead. "Não podemos, de fato, esperar muito de um aumento de níveis de UV atingindo a biosfera até que possamos detectar um aumento na coluna total de ozônio".

A primeiro área que deve aparecer com recuperação na total da coluna de ozônio deve estar no hemisfério sul, perto de Nova Zelândia, Sul da África e da América do Sul, diz ela. Por ter mais massa terrestre do que o hemisfério norte, o sul está experimentando uma maior depredação da camada de ozônio e conseqüentemente terá mais a recompor. "O fator mais encorajador é que quando medimos as substâncias nocivas na atmosfera, observamos que estão desaparecendo", diz Weatherhead. "Se as coisas seguem nesse ritmo, esperamos que a camada de ozônio fique melhor. Dependerá de os países manterem o que dizem que manterão em termos de emissão."

Texto original:

http://www.cnn.com/2000/NATURE/09/28/ozone.enn/index.html

Tradução por Maria do Carmo Zinato* - Coordenadora, Fonte d'Água email: fontedagua-request@ces.fau.edu. http://www.ces.fau.edu - Facilitadora, lista Pantanal 2025 - http://epi.ces.fau.edu


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