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Rede CTA-UJGOIAS - Consultant, Trader and Adviser
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05041000032 - Information Commodities - Dicas Didáticas (31) - Comunicados, Conferências, Jornadas,Boletins, Sites 16/09/00

Information Commodities - Dicas Didáticas (31)

Comunicados, Conferências, Jornadas,Boletins, Sites


Corrigindo a mensagem de Gabriel Garcia Marquez - ANOTADO NA MENSAGEM ORIGINAL

Por Ney Gastal*

Fui vítima, ontem, de uma bobagem. E esta me pegou em um mau momento, razão pala qual a repassei sem checar as fontes, pecado três vezes mortal para qualquer jornalista. Pelo erro e pelo envio precipitado, peço mil vezes perdão a todos. E mais não escrevo porque mais não há para dizer, a não ser que:

1-) Gabo (Gabriel Garcia Marques) passa bem, e não deve - se espera - morrer tão cedo.

2-) O texto enviado não é de sua autoria.

3-) Sou um idiota, mas não vou endedar a pessoa - respeitabilíssima - que me fez o envio, o que me levou a repassá-lo.

4-) Aos que ficaram sensibilizados pelo texto - e foram muitos, e gente muito boa - peço perdão. Aos que me apontaram o logro - e foram  outros tantos, também gente muito boa - agradeço e também peço perdão.

5-) Esta é uma mensagem circular.

Ney Gastal email: gastal@uol.com.br

Resposta recebida de um leitor:

Infelizmente, García Márquez, que foi recentemente tratado em Los Angeles por ter câncer linfático, e, ao que tudo indica, ainda se encontra doente, não escreveu "La Marioneta". A mistificação começou quando um jornal peruano, "La República", publicou o texto na sua edição de 29 de maio passado. No dia seguinte os jornais mexicanos fizeram o mesmo, sendo que um deles ["La Crónica"] deu, como manchete de primeira página, "Gabriel Garçia Márquez canta uma canção à vida", acompanhada de um grande retrato do autor colombiano." O poema foi lido em muitos programas de rádio da capital mexicana.

Leitores familiarizados com a obra de García Márquez, entretanto, duvidaram que tal texto pudesse ser de sua autoria, já que o consideravam extremamente sentimental, ao contrário de tudo que García Márquez escreveu até hoje.

Mas já na quarta-feira (dia 31 de maio) , o verdadeiro autor do poema,, o ventríloco Johnny Welch veio a público, através da rádio Infored, da cidade do México, reclamar que o poema era seu e tinha sido publicado muitos anos atrás. Welch disse ainda que, embora não fosse escritor, compusera o poema em homenagem ao boneco com que trabalhava, ["Mofles"] e que o texto fora usado muitas vezes em suas apresentações..

García Márquez não fez nenhum comentário público sobre a fraude no uso de seu nome, mas vários de seus mais íntimos amigos negaram categoricamente que ele tenha tido qualquer coisa a ver com o assunto. Um deles, o escritor argentino Tomás Eloy Martínez, chegou mesmo a declarar ao jornal mexicano "Reforma": "É uma vergonha que haja tão boas falsificações de pinturas, mas apenas estas nojentas falsificações literárias."

[Resumo de notíciário distribuído pela Reuters em 31-maio-2000.]

Boas Notícias sempre são bem vindas mesmo que seja um desmentido!

No entando o texto dedicado In Memorian à Dorival Rodrigues Alves não foi acaso de um boato. Infelizmente Dorival Rodrigues Alves não está vivo, faleceu em abril de 99 vítima de câncer intestinal, consequência do somatório de porcariadas que captou dos esgostos dos Mercados de Futuros e de Capitais para os quais dedicou sua vida.

O texto retransmitido é maravilhosamente verdadeiro, e tristemente sincero.

Espero que tenha sido útil para a reflexão de tod@s.

Dorival Rodrigues Alves foi Superintendente Geral da Bolsa de Mercadorias & de Futuros - BM&F, a construiu e deixou um patrimônio de quase 1 bilhão de reais.

Pergunto: pra quê?

Amyra El Khalili


VOCÊ ESTÁ REALMENTE BEM INFORMADO ?

Prezado senhor;

Prof. Jarmuth Andrade

Com relação a sua mensagem : VOCÊ ESTÁ REALMENTE BEM INFORMADO ?Aproveito a oportunidade para traquilizá-lo e informa-lo, que as entidades ambientalistas do Estado de SP, não haviam participado da eleição do CRH, na data da primeira convocação em razão da forma equivocada de condução do processo convocatório e de distribuição de vagas do conselho, uma vez que os critérios não são  iguais para as demais vagas e segmentos, ficando para o setor da sociedade civil um processo diferente dos demais.

Após esse ato de não participarmos como forma de protesto , onde nenhuma entidade se apresentou para a referida eleição, tivemos uma audiência com o secretário Mendes Thame, organizamos uma nova assembléia, com apoio do Fórum estadual da sociedade civil nos comitês de bacias e as entidades ambientalistas foram eleitas entre o seu segmento específico, sendo que a titular é a Fundação SOS Mata Atlântica e o suplente é  o Instituto de Educação e Pesquisa Ambiental Planeta Verde. Evidentemente que não iríamos deixar as vagas em aberto, porém não podíamos aceitar que as vagas fossem preenchidas por instituições que não estão ligadas aos comitês de bacias e ao sistema de recursos hídricos, como ocorreu no passado.

Portanto, a fim de colaborar com suas exposições , passaremos a enviar-lhe, caso deseje, os boletins informativos da Rede Água de Informações Ambientais, para que antes de anunciar coisas do tipo :  "DEFENSORES DA ÁGUA MAL INFORMADOS E PIOR, SEM REPRESENTATIVIDADE NO CRH EM SÃO PAULO.", possamos fortalecer nossas ações em nome do uso sustentável das águas e da gestão integrada de recursos hídricos.

OBS: Vale destacar que quem está informando de forma equivocada a sociedade, ou melhor de forma desatualizada, é o site do SIGRH e não as entidades da sociedade civil paulista, a quem chama de defensores da água. Tomara que possamos juntos de fato defender a gestão ambiental integrada, participativa e organizada.

Um abraço

Malu Ribeiro - Fund. SOS Mata Atlântica - Fórum Estadual da Sociedade Civil nos Comitês de Bacias.   email:malubr@terra.com.br


Outra Globalização - http://www.outraglobalizacao.jor.br

O sítio Outra Globalização já está no ar desde 4 de setembro, com matérias sobre a dívida externa brasileira e  tática para alterar o sistema de poder no mundo. Um dossiê sobre a guerra biológica na Colômbia, com a denúncia: multinacional que pesquisa a diversidade biológica na Amazônia brasileira já patenteou nos EUA gene que combate o fungo tranagênico a ser utilizado contra os cultivos de coca colombiana.

E numa entrevista exclusiva,

Fala John Williamson, o criador do Consenso de Washington

O Outra Globalização vai publicar na próxima segunda-feira, dia 18 de setembro, uma entrevista com o economista estadunidense John Williamson, o criador do Consenso de Washington. Williamson organizou há 11 anos as orientações políticas e econômicas neoliberais que se tornaram uma verdadeira Bíblia para todos os governos latino-americanos durante a década de 90. Ele foi professor do presidente do Banco Central do Brasil, Armínio Fraga, na primeira turma de Economia Internacional, na PUC do Rio de Janeiro, em 1978.

No documento Consenso de Washington, Williamson sistematizou todas as propostas que circulavam oficial e também oficiosamente nos gabinetes do governo dos EUA, FMI, Banco Mundial e outras agências do sistema multilateral sediado nos Estados Unidos. O resultado foi um texto em que se preconizavam todas as ações que aprofundaram a crise social na América Latina ao longo da década passada: ajuste fiscal radical, Estado mínimo, privatizações em massa e escancaramento dos mercados nacionais.

"Sei que essa expressão, o Consenso de Washington, marcou meu nome e minha carreira, mas não estou arrependido. Acho que, na verdade, os governos da América Latina não fizeram exatamente o que preconizei e todo mundo entendeu a expressão erradamente. Nada era consenso e poucas coisas eram do desejo de Washington", disse o economista. Para ele, o país que levou mais adiante a sua cartilha foi o Chile, de Pinochet.

Também na próxima semana, vão ao ar as matérias:

- O linguista Noam Chomsky lança mais um livro - Rogue -, em que denuncia a estratégia de mundialização do modo estadunidense de ser.

- Em novembro, relatório internacional vai apontar as grandes barragens que mais causaram danos ao meio ambiente. Entre elas estão as hidrelétricas Tucuruí (no Pará) e Itaparica (na Bahia). 

- O editor da revista inglesa The Ecologist, Paul Kingston, denuncia a omissão dos media como um dos responsáveis por vários desastres ambientais

- O Nafta condena o México a indenizar empresa estadunidense que vai despejar naquele país latino-americano

lixo tóxico.

- Como a ONU vendeu sua alma às grandes corporações multinacionais.

- A ONU denuncia: a Organização Mundial do Comércio impõe políticas internacionais que resultam em desrespeito aos direitos humanos.

Tenha uma boa leitura crítica.

Carlos Tautz

editor@outraglobalizacao.jor.br

Jornalismo estratégico, análises e notícias sobre

globalização e outras mudanças no planeta

http://www.outraglobalizacao.jor.br


Rede Por um Brasil Livre de Trangênicos

COMUNICADO SOBRE A PROPOSTA DE MEDIDA PROVISÓRIA SOBRE TRANSGÊNICOS

O governo FHC está elaborando uma Medida Provisória (MP) alterando a Lei 8974/95 que cria a CTNBio e define suas atribuições. A minuta já está circulando entre os ministérios da  Agricultura, do Meio Ambiente e da Saúde.

A nova MP passa a atribuir à CTNBio poder de liberar transgênicos para plantio e consumo no país, limitando o papel do IBAMA e da Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde apenas à fiscalização das suas decisões. Atualmente o papel da CTNBio é o de dar pareceres mas não de decidir.

A escolha dos 18 integrantes da CTNBio dependerá do Ministério da Ciência e Tecnologia (o que já acontece hoje) e significa que estará totalmente subordinada aos interesses da indústria. 

A CTNBio passa a ser responsável pela definição dos critérios de avaliação e monitoramento dos riscos ao consumo e ao meio ambiente que serão utilizados pelas empresas para a realização de estudos. Caberá também à CTNBio avaliar os estudos apresentados pelas empresas. Isto anularia o esforço atual do CONAMA que está justamente elaborando estes critérios.

A CTNBio será responsável pela elaboração de normas e regulamentos relativamente às atividades e projetos relacionados com transgênicos. Podemos contar com normas e regulamentos bem favoráveis aos interesses das empresas.

Os órgãos dos Ministérios da Saúde, Meio Ambiente e Agricultura terão função apenas fiscalizadora, quando for o caso e após autorização da CTNBio além da emissão do registro de produtos contendo OGM a serem comercializados para consumo humano, animal ou em plantas. Notar bem que o papel é só de registro; a decisão fica com a CTNBio.

No que concerne as importações a CTNBio terá o poder de liberação sendo facultado à mesma levar ou não em consideração pareceres técnicos de outros países. Em outras palavras, produtos proibidos na Europa, por exemplo, poderão ser liberados no Brasil, a critério da CTNBio.

A CTNBio será responsável pela classificação dos OGM segundo o grau de risco que ofereçam. No caso de uma classificação que implique em potenciais riscos significativos para o meio ambiente a CTNBio poderá exigir estudo de impacto ambiental (EIA). Podemos contar com uma classificação onde nada representará risco significativo. Na verdade, a CTNBio se arvora em avaliadora de risco ambiental sem estudo de impacto ambiental. Fica claro que qualquer produto já utilizado em outro país será considerado sem risco como vem afirmando repetidamente o anterior e atual coordenadores da CTNBio. Este dispositivo contraria explicitamente a legislação vigente e resoluções específicas do CONAMA.

Para resumir, o governo está, mais uma vez, atropelando a legislação vigente e as atribuições de vários organismos governamentais relacionados com o meio ambiente e a saúde do consumidor para dar plenos poderes à CTNBio para liberar os transgênicos.

Convocamos todos os interessados na problemática da introdução dos transgênicos no Brasil à manifestar sua inconformidade com mais este ato de submissão explícita aos interesses das empresas e desprezo pelos interesses dos consumidores e pelo meio ambiente. Denunciem à população esta ameaça contida na MP em discussão e mobilizem uma campanha de mensagens aos ministérios abaixo relacionados manifestando repúdio à mais este atropelo da lei.

Coordenação da Campanha “Brasil livre de transgênicos”.  campanhatransg@uol.com.br


Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP)

1ª CONFERÊNCIA INTERNACIONAL -CAPTAÇÃO DE RECURSOS

Data: 18 de setembro de 2000  - Horário: 8h às 19h15

Local: Auditório FGV-EAESP , Av. 9 de Julho, 2029

A profissionalização das Organizações Sem Fins Lucrativos e a captação de recursos são o foco desta 1ª Conferência Internacional.

O Evento, organizado pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), por meio de Centro de Estudos do Terceiro Setor (CETS), contará com o apoio da The Fund Raising School da Indiana University Center on Philanthropy (EUA) e do Centro de Estudios de Estado y Sociedad (CEDES Argentina).

Os palestrantes nacionais e internacionais apresentarão análises, técnicas e descrição, passo a passo, de casos reais de captação de recursos para organizações da sociedade civil. A Conferência é destinada a profissionais destas organizações, acadêmicos e alunos interessados no terceiro setor e na captação de recursos.

Programação

A partir 7:30 Recepção: Cafezinho
08h00-08h30 Abertura e Assinatura do Convênio

Francisco Mazzucca (Diretor da FGV-EAESP), Gene Temple (Indiana University, The Fund Raising School, EUA), Daniel Yoffe (The Fund Raising School/CEDES, Argentina), Luiz Carlos Merege (FGV-EAESP/CETS).

08h30-09h15 O Contexto da Captação de Recursos Hoje e a Abordagem da The Fund Raising School: A Profissionalização da Captação de Recursos

Palestrantes: Célia Cruz (FGV-EAESP,ASDI e Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social - IDIS)

Daniel Yoffe

Gene Temple

Módulo 1 Sustentabilidade : Captação com Diferentes Fontes de Financiamento
09h15-10h05 Palestrante: Lilya Wagner (Indiana University, The Fund Raising School, EUA)
10h05-10h25

Palestrante: Ana Maria Wilheim (Fundação Abrinq)

10h25-10h45

Palestrante: Carla da Nóbrega (Greenpeace)

10h45-11h00

Perguntas / Mediador: Luiz Carlos Merege

11h00-11h20

Coffee Break

Módulo 2 A Nova Era na Captação de Recursos: O Uso de Diferentes Tecnologias na Captação de Recursos
11h20-12h10 Palestrante: Lilya Wagner
12h10-12h40 Palestrante: Rodrigo Alvarez (Doutores da Alegria)
12h40–12h55

Perguntas / Mediador: Célia Cruz

12h55–14h00 Almoço: lanche servido no saguão do Auditório
Módulo 3 Inovação e Geração de Renda
14h00-14h50 Palestrante: Daniel Yoffe
14h50-15h10 Palestrante: Ana Maria Schindler (Ashoka/Mckinsey)
15h10-15h30

Caso CCCA (Centro Comunitário da Criança e do Adolescente) – Irmã Derly Fabres, Liz Marques e Suely Stipp

15h30-15h45 Perguntas / Mediador: Professor Mário Aquino (FGV-EAESP)
15h45-16h05 Coffee Break
Módulo 4 Estruturando a Captação de Recursos dentro do Planejamento Estratégico nas Organizações da Sociedade Civil
16h05-16h55 Palestrante: Pat Ryan (Staley/Robeson/Ryan/St. Lawerence, Inc, EUA)
16h55-17h15 Palestrante: Luiz Carlos Merege
17h15-17h35 Caso GAPA Bahia: Planejamento Estratégico em Captação de Recursos Locais - Harley Henriques
17h35-17h50 Perguntas/ Mediador: Daniel Yoffe
Módulo 5 Ética na Captação
17h50-18h40 Palestrante: Gene Temple
18h40-18h55 Apresentação do Código de Ética da Associação Brasileira de Captadores de Recursos (ABCR): Custódio Pereira – Presidente da ABCR
18h55-19h10 Perguntas / Mediador: Inês Pereira (FGV-EAESP)
19h10-19h15 Encerramento: Célia Cruz, Daniel Yoffe, Gene Temple e Luiz Carlos Merege
19h15 Coquetel

Maiores Informações:

via fax (11 285-4705) o telefone 11 281-7928 ou 281-7902- www.abcr.com.br

PATROCÍNIO - INSTITUTO C&A ITAÚ NATURA

REALIZAÇÃO FGV / EAESP CETS

APOIO COLABORAÇÃO INDIANA UNIVERSITY CENTER ON PHILANTRHOPY Júnior Pública FGV - THE FUND RAISING SCHOOL  - CEDES

Divulgado por SENAC - Neusa Maria Goys email: wmedeiro@sp.senac.br

Mestrado em Sistema de Gestão

A Faculdade SENAC de Educação Ambiental, em conjunto com a Universidade Federal Fluminense e a Fundacentro acaba de lançar em São Paulo o Mestrado Profissional em Sistemas de Gestão. O curso permite 3 conclusões (como áreas de concentração): Qualidade Total, Meio Ambiente e Saúde e Segurança do Trabalho. As inscrições já estão abertas e se encerram dia 27 de setembro.

Maiores informações no site: http://www.sp.senac.br/ambiental/mestrado


Comisión de Asuntos Agrarios Argentina

SEGUNDA JORNADA LEGISLATIVA "BIOTECNOLOGÍA EN EL AGRO"

Local: La Plata Pcia. de Buenos Aires  Fecha: 26 de Septiembre de 2000.-

Objetivos:

-Promover el conocimiento y la difusión en la sociedad de los avances de la  biotecnología en la producción de alimentos, los desafíos e interrogantes   generados en Argentina y a nivel mundial.

-Analizar la situación actual en el Agro de Argentina, las políticas   públicas referidas al tema, la posición del gobierno, entidades y   organizaciones públicas y privadas vinculadas a este tipo de tecnologías.

-Evaluar las implicancias económicas, sociales, políticas y ambientales,  etc del uso de la biotecnología en la producción de alimentos.

-Promover la constitución de foros permanentes de seguimiento de sus   avances e impactos en la Provincia de Buenos Aires y la Argentina.

Metodología:

Exposiciones en paneles y preguntas de los participantes a representantes  de la producción agropecuaria, agroindustria, empresas de biotecnología,  investigadores, ONG, consumidores, funcionarios y legisladores del país y  otros países.

Programa: 

8.30-9.30 hs: Acreditación  9.30 hs: Apertura de la Jornada.

10.30-12.30 hs: Panel 1: Posición del Estado Argentino frente a los OGM. 

* Ing. Guillermo Moore de la Serna Pte. del INTA
* Ing. Jorge Cazenave Subsecretario de la SAGPyA (a conf.)
* Lic. Rubén Darío Patroulleau. Subsec. de Ordenamiento y Política
Ambiental de la Nación.
* Embaj. Maria Esther Bondanza Directora Gral de Asuntos Ambientales.
Ministerio de Relaciones Exteriores, Comercio Internacional y Culto

12.30 hs: Receso

14.00-16.00 hs: Panel 2: Visión Internacional de los OGM.

* Dra. Mae Wan-Ho Dto. De Biología Open University,Inglaterra, miembro de
la Fund. Nacional de Genética de EEUU.
* Frederic Prat Investigador GEYSER, Francia
* Representantes de Asoc. de Productores Europeos (Francia y España)
* Marilena Lazzarini Coordinadora Ejecutiva del IDEC (Inst. de
Consumidores)Brasil.

16.00 hs: Receso

17.00-19.00 hs: Panel 3:Los mercados nacionales e internacionales y los OGM.

* Dr. Ernesto Liboreiro. Dir. del INAI (Instituto de Negociaciones Agrícolas)
* Lic. Victor Trucco. Presidente de AAPRESID
* Ing. Agr. Carlos B. Bancheros Vice-Decano Fac. de Agronomía UBA.
Profesor Titular Cátedra de Genética.
* Ing. Agr. Walter Pengue. Centro de Estudios Avanzados UBA

19.00 hs: Cierre de la Jornada.

Lugar de Realización: Honorable Cámara de Diputados de la Pcia. de Buenos Aires
Calle 53 e/ 7 y 8 . La Plata (1900)

Informes: Comisión de Asuntos Agrarios. Honorable Senado de la Pcia. Bs.
As. Teléfono:+54 221 422-0081 int. 503
E-mail: c_asagra@senado-ba.gov.ar
Despacho Senador Juan Manuel Vaudagna
Telefax: +54 221 425-1504

Divulgado por Comisión de asuntos agrarios <c_asagra@senado-ba.gov.ar>

Divulgado por Serrano Neves - UJGOIAS


Marulho - Fortaleza/CE

Boletim Informativo do Instituto Terramar

002/2000 Agosto de 2000

WORKSHOP INTERNACIONAL DE GÊNERO

Foi possível ao longo do Workshop Latino-Americano de Gênero em Comunidades Pesqueiras, realizado na Prainha do Canto Verde em junho deste ano, vermos que o tema da busca de relações mais igualitárias entre homens e mulheres no contexto das populações costeiras vem assumindo um cárater crescentemente valorizado. As proposições foram resultado das discussões e deliberações durante o Workshop que reuniu representação de vários países: Chile, Índia, Equador, Peru, Brasil (PE,CE,PA) e México. As deliberações finais constituem-se em indicativos de ação a serem implementados pelas entidades de apoio às comunidades e organizações de pescadores artesanais e pelas representações nacionais ou regionais das categorias profissionais. Todas direcionam-se ao grande objetivo de difundir o mais amplamente possível os papéis das mulheres nesse setor produtivo, fomentar seu reconhecimento e participação, reforçando a própria visibilidade e poder político das comunidades pesqueiras artesanais e a busca de políticas de desenvolvimento pesqueiro socialmente justas e responsáveis.As proposições foram distribuídas entre as seguintes categorias:

1. Informação e Diagnóstico

Proceder a um levantamento e a uma sistematização de dados e análises  sobre as comunidades pesqueiras, referindo-se às relações de gênero. Os dados e análises devem ser difundidos entre as comunidades e organizações, devendo-se buscar meios para assegurar essa divulgação.

As entidades de assessoria devem elaborar uma proposta de diagnóstico   participativo a ser realizado nas diferentes regiões, com o objetivo de identificar:

- O espaço ocupado pelas mulheres nas comunidades pesqueiras (costeiras e ribeirinhas).

- Suas atividades nesses espaços (públicos e privados).

- Os efeitos das pressões existentes sobre as comunidades pesqueiras, em relação à vida das mulheres.

- Coordenações nacionais devem ser formadas, para desenvolver esse diagnóstico.

2. Estímulo à Participação :

Facilitar, estimular e divulgar a participação das mulheres na pesca artesanal e na vida das comunidades pesqueiras, através de um conjunto de ações e eventos (programas de gênero). As ações e eventos devem propiciar que as mulheres se reúnam e busquem desenvolver metodologias para assegurar sua participação e a abertura de espaços para as mulheres no cotidiano e nas organizações profissionais e comunitárias.

Dar prosseguimento às discussões sobre ordenamento da pesca e promover a participação das mulheres nessa área.
Estimular e garantir a presença e participação efetiva das mulheres com suas propostas e demandas, nos eventos de pescadores, nacionais e internacionais.

Estimular a criação de departamentos femininos dentro das organizações representativas das categorias de pescadores (colônias de pescadores, sindicatos, associações, movimentos, etc.). Promover a abertura de espaços, nessas organizações, que sirvam para aglutinar e defender seus interesses e necessidades.

Todas essas ações objetivam:

- dar visibilidade às contribuições das mulheres no setor pesqueiro e na vida das comunidades;

- estimular o reconhecimento legal da condição das trabalhadoras no setor;

- propiciar meios contra a exploração sofrida pelas mulheres nos espaços de trabalho;

- favorecer que as demandas e interesses das mulheres sejam contempladas em políticas públicas, programas de geração de empregos e renda, programas educacionais, de capacitação, de crédito e de saúde;

- Contribuir para que as relações entre homens e mulheres nas comunidades pesqueiras sejam mais justas, para que ambos disponham de meios para sua realização pessoal, profissional, familiar e cultural. Contribuir, igualmente, para a redução da violência doméstica.

3. Educação e Capacitação :

Estimular a busca de cursos de capacitação para que as próprias comunidades de pescadores artesanais efetuem levantamentos e registros sobre produção, a fim de disporem de instrumentos permanentes de acompanhamento e avaliação de seu trabalho, com indicadores do potencial de produção, dos entraves que enfrentam para aumentar sua renda etc.

Estimular a busca de cursos de capacitação para as comunidades, na perspectiva de gênero, entre outros.

Buscar a socialização da experiência do Chile e, também, do Brasil, no que se refere à produção de informações que venham subsidiar o movimento dos pescadores.

Envolver nesse tipo de trabalho o enfoque de gênero.

Coletar e compartilhar informações sobre pesca artesanal e política pesqueira.

4. Intercâmbio de experiências :

Facilitar a presença de um grupo de trabalho permanente que permita o intercâmbio de experiências (favorecendo a internacionalização das relações comunitárias).

Promover alianças com os outros setores da sociedade civil para que a pesca artesanal seja percebida como ator social.

Buscar o intercâmbio de experiências em relação às áreas reservadas para a pesca artesanal, enfatizando o papel das mulheres no manejo dessas áreas.

Fomentar a relação e o intercâmbio com outras organizações (trabalhadoras, campesinas, educadoras) que têm mais experiências sobre o tema gênero. Promover, também, meios para que as mulheres do setor pesqueiro

estejam presentes e participem de eventos de mulheres que ocorrem em nível nacional e internacional.

Estimular a realização de fóruns e intercâmbios de mulheres das comunidades costeiras e ribeirinhas.

5. Marco jurídico e políticas públicas para a pesca:

Buscar a revisão da legislação que limita o estatuto do trabalhador da pesca somente ao que exerce atividades de captura. Tal estatuto não contempla o rol de atividades que as comunidades realizam ao longo do ano (pesca, agricultura, extrativismo, atividade doméstica remunerada, turismo, etc.).
Buscar a análise da legislação pesqueira sob a perspectiva de gênero.
Colaborar na redefinição do que se compreende como "pesca artesanal", de modo que exista uma compreensão comum, considerando as diferenças entre países e continentes.
Promover o reconhecimento por parte dos governos das mulheres pescadoras, coletoras de algas, marisqueiras, comerciantes, fabricantes de instrumentos de pesca. Buscar que esse reconhecimento se efetive no âmbito do planejamento das políticas públicas.
As organizações de pescadores a nível nacional devem buscar definir o conceito de pesca artesanal e de pescador artesanal, intercambiando experiências com outros países, com vistas a assegurar direitos das mulheres na previdência social (seguro desemprego, INSS).

6. Recomendações Operacionais:

Formar um grupo de trabalho (não de representação) para que se consolide este "Programa Mínimo de Gênero"(este grupo será formado por pessoas que as organizações designem, cada uma indicando a partir de critérios próprios.)


PROJETO ESCOLA E VIDA NO LITORAL INICIA SUAS ATIVIDADES EM FLECHEIRAS, BATOQUE E BALBINO

Programa de Educação, Cultura e Cidadania

O Programa de Educação, Cultura e Cidadania tem, iniciando em 2000, um novo trabalho: é o projeto Escola e Vida no Litoral que incorpora novas localidades ao trabalho de Educação efetivado pelo Instituto Terramar. O trabalho foi inaugurado com uma sensibilização junto às escolas e associações de moradores das comunidades beneficiadas pelo Projeto Escola e Vida no Litoral, ou seja: Balbino (Cascavel), Batoque (Aquiraz) e Flecheiras (Trairi). Para tanto, algumas ações foram sendo construídas em conjunto com o público beneficiado.
Em fevereiro e março foram realizados contatos com os(as) professores(as), Associações de Moradores das comunidades beneficiadas e as Secretarias de Educação dos Municípios supracitados, no sentido de construirmos coletivamente a proposta de trabalho a ser traduzida no projeto que foi encaminhado para alguns financiadores potenciais — entre estes, o Programa Crer Para Ver da Fundação Abrinq.
No mês de abril realizamos um Encontro em Flecheiras (08/04), que reuniu professores(as), pais, mães, lideranças comunitárias e alunos(as) de Flecheiras, Emboaca e Guajiru, além de um representante da Secretária de Educação do município de Trairi. Este Encontro pretendeu lançar um primeiro olhar sobre a situação das escolas públicas dessas localidades, com a perspectiva de desenharmos um diagnóstico e projetarmos um trabalho que envolva as escolas, as comunidades, o poder público e o Instituto Terramar. No dia 09/06 realizamos um encontro semelhante com as comunidades de Batoque e Balbino.
Simultaneamente, o Programa buscou integrar-se à vida das comunidades locais e com as escolas, dentro de uma perspectiva integrada. Dessa maneira, se fez presente em ações e iniciativas de outros programas do Terramar e de parceiros fundamentais como o NEA-IBAMA, que passam pela dimensão ambiental (Agenda 21, Reserva Extrativista em Flecheiras, Cultivo de Algas em Trairi). As principais atividades relativas ao Programa de Educação, Cultura e Cidadania foram as seguintes:

  1. Participação no Encontro Nacional de Formação do Programa Crer Para Ver da Fundação Abrinq em maio/00.
  2. Reuniões com as escolas de Balbino, Batoque e Flecheiras visando definir um calendário para a assessoria pedagógica.
  3. Realização de uma oficinas com os(as) professores(as) das escolas de Balbino e Batoque nos dias 19, 20 e 21 de julho, para iniciar uma reflexão sobre o processo de ensino-aprendizagem, com ênfase em leitura e escrita. A idéia subjacente é formar um grupo de estudo que reflita permanentemente sua prática pedagógica a partir de referencias teóricos que subsidiem a construção de uma proposta político-pedagógica pautada em alguns princípios fundamentais: relação escola-comunidade, interdisciplinaridade, educação ambiental, arte-educação.
  4. Assessorias bimestrais na Escola Bom Jesus dos Navegantes da Prainha do Canto Verde.
  5. Participação no encerramento do projeto "Festas Juninas" na Prainha do Canto Verde.
    Reunião com os projetos financiados pelo Programa Crer Para Ver no Ceará ( 28/07/00).

Fórum Mundial dos Pescadores e Trabalhadores da Pesca -WFF

Acontecerá de 2 a 6 de outubro 2000 em Loctudy, França, a Assembléia Constituinte do WFF - World Forum of Fish-Harvesters and Fishworkers.

O Fórum foi criado em Nova Dehli, Índia, em novembro de 1997, por iniciativa de Movimentos de Pescadores da Índia, do Canadá e da França - com participação de representantes de 30 países. O Brasil deverá ser representado na Assembléia pelo MONAPE (Movimento Nacional dos Pescadores) e por um observador do CPP (Conselho Pastoral dos Pescadores) ou do Instituto Terramar.


Workshop sobre Turismo Socialmente Responsável na Áustria

Pôr do sol em Prainha do Canto Verde(Beberibe)

O Prêmio TODO é outorgado pela ONG alemã Studienkreis für Tourismus und Entwicklung, a cada ano, a dois ou três projetos de turismo comunitário . O premiado em 2000 foi a comunidade de Prainha do Canto Verde. René Schärer estará representando a comunidade no Workshop em Bregenz, Austria, de 15 a 21 de outubro junto a representantes dos outros vencedores do prêmio desde 1995. Participarão os seguintes países: Equador, Venezuela, Austrália, Nova-Zelanda, Áustria, Palestina, Alemanha, Canada, Belize, Indonésia e Sri Lanka.


Fórum dos Pescadores do Litoral Leste

Reunião do Fórum do Litoral Leste em Fortim

Em maio, membros da coordenação do Fórum do Litoral Leste estiveram reunidos com o Diretor do IBAMA-CE, Dr. Romeu Aligueri de Arruda Coelho, apresentando várias solicitações. Entre elas: melhorar informação sobre fiscalização, suspensão da captura de peixes ornamentais até que esta atividade seja regulamentada e anulação da portaria que permite a pesca de camarão com arrasto entre o Rio Choró (Cascavel) e Ponta Grossa (Icapuí).

A única resposta recebida até agora refere-se à pesca de camarão, para a qual o IBAMA-CE está pedindo um estudo técnico ao CEPENE.

A portaria emitida em 13/03/1986 carecia de qualquer estudo técnico sobre o impacto da pesca de arrastão. Já estamos cobrando os encaminhamentos dos outros assuntos, especialmente aquele referente à captura de peixes ornamentais.
Houve participação de representantes do Fórum dos Pescadores do Litoral Oeste como observadores, visando a uma maior integração entre os fóruns.


Fórum dos Pescadores do Litoral Oeste - "Isso é coisa fina"

Na tarde do dia 5 de agosto, a comunidade de Guajiru - Trairi recebeu com alegria cerca de 100 pessoas de outras comunidades que lá estiveram para participar da 3ª reunião do Fórum dos Pescadores do Litoral Oeste. O Fórum foi criado agora em 2000, a partir da iniciativa dos alunos e alunas do Curso de Formação para Lideranças.

No encontro de Guajiru prevaleceu a alegria e a participação intensa dos participantes. Tudo começou com as boas vindas dada pelo presidente da Associação. Em seguida, todos(as) participaram da dinâmica do barco, falando forte o nome das comunidades e sua profissão. Homens e mulheres de várias praias - Paracuru, Lagoinha (Paraipaba), Guajiru, Flecheiras, Emboaca e Mundaú (Trairi), Baleia (Itapipoca), Apiques (Amontada) e Barrinha (Acaraú) integraram-se durante toda a tarde daquele sábado. No momento inicial, todos cantaram a música "Suíte do Pescador" de Dorival Caymmi.

Estavam presentes, além dos pescadores e suas companheiras (que eram a grande maioria), alguns professores e professoras, líderes das associações, membros da CPP, do Terramar e funcionários do IBAMA. A importância do Fórum, da organização das comunidades e dos pescadores foi bastante discutida. Foi lido, também, o manifesto elaborado na primeira reunião.

O sentimento de união, a bravura e a identidade da vida dos pescadores foi reforçada nas falas e através do Hino do Pescador, cantado por um dos presentes. "Isso é coisa fina", disse seu Didiu (de Guajiru), referindo-se ao Encontro .

A forma de organização do Fórum foi também definida. A coordenação, formada por 7 companheiros, e antes escolhida provisoriamente, foi agora referendada por todos(as). Definiu-se, com votação de propostas, que cada praia escolheria dois delegados que se reuniriam bimestralmente e que os grandes encontros, com a presença de muita gente, seriam feitos de 4 em 4 meses. Ao final, Dárlio (Instituto Terramar) informou sobre o projeto de cultivo de algas em Flecheiras e Guajiru; funcionários do IBAMA expuseram um pouco da proposta de criação de uma Reserva Extrativista Marinha, que se estenderia de Paracuru a Baleia, já discutida através de seminários realizados nas praias . Ficou acertado um seminário com a presença das várias comunidades para o dia 16 de setembro, em Guajiru.

Tudo terminou com uma caminhada pela comunidade, onde se cantou e gritou palavras de ordem - caminhada esta que se estendeu até a igrejinha local. Lá, de mãos dadas, novamente se cantou e rezou pela união e construção de dias melhores. Todos(as) voltaram para casa contentes e certos(as) de que outros encontros virão.

Dunas reliquárias estão sendo destruídas com autorização da SEMACE

Autorização da SEMACE (Foto em junho de 2000) Trator e duna devastada (Foto em agosto de 2000)
As comunidades de Flecheiras e Guajiru em Trairi, bem como todas as pessoas que visitam essas belas praias,  estão estarrecidas com a destruição dos cascalhos (dunas reliquiárias) que está sendo empreendida pela Imobiliária Luciano Cavalcante. Nossa indignação aumenta ainda mais pelo fato de que tudo isso está sendo feito com a autorização e legitimação da SEMACE. Todas as pessoas que passam pela estrada (como pode ser observado nas fotos acima) vêem uma grande placa desse órgão estadual de "defesa" do meio ambiente licenciando o loteamento "Vilas do Mar". Durante audiência pública realizada em 26 de junho na Assembléia Legislativa, as comunidades próximas denunciaram esta agressão ao representante da SEMACE. Até hoje o referido inimigo da natureza continua agindo livremente, já tendo destruído, com o uso de tratores, uma parte das dunas e até iniciado a construção de calçamentos. A SEMACE deve explicações (e ações) urgentes, antes que seja tarde.

Terramar seleciona profissional para o Programa de Gênero, Saúde e Cidadania

Após ampla convocação e realização de entrevistas com candidatos(as) selecionados(as), o Instituto Terramar aprovou o ingresso de Maria Dolores Mota Farias, mestra em Sociologia pela UFBA e doutoranda em Sociologia pela UFC. Toda a equipe do Instituto Terramar deseja boas vindas e guarda a expectativa de que se sinta bem junto a nossa caminhada.

O Boletim Marulho é um órgão informativo de responsabilidade do Instituto Terramar email: terramar@fortalnet.com.br


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