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Information Commodities - Sinalizando o Mercado [1]

Sinalizando o Mercado [1] - Notícias que chamaram a atenção da Rede CTA


IDEC - Consumidor - http://www.uol.com.br/idec/consumidorsa/

Consumidor S.A.testa principais marcas de arroz e feijão

O Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) testou as principais marcas de arroz e feijão disponíveis no Brasil e encontrou resultados surpreendentes: três marcas famosas de arroz apresentaram elevados índices de resíduos de agrotóxicos. A edição de março de Consumidor S.A. traz também uma reportagem sobre a alta de preços dos remédios, a  cobertura completa sobre o seminário que discutiu a polêmica dos alimentos transgênicos e um guia que ensina como fazer bom uso dos cheques bancários.

Divulgado por Luiz Camargo de Miranda email: luiz.miranda@mma.gov.br


Jornal O Pioneiro 04/05/00

Caxienses criam gerador de Energia

Por Maristela Deves

Equipamento promete eliminar resíduos sólidos e garantir a isenção de poluentes Produzir energia de forma econômica e, ainda, livrar a natureza de pneus, borra de tinta, fibra de vidro e outros materiais que hoje, em muitos casos, acabam ilegalmente jogados à margem de estradas ou em arroios. A fórmula para conseguir esta façanha não é mágica, mas levou duas décadas de pesquisa para ser encontrada. "Meu pai começou a fazer estudos para essa máquina em 1979, época da crise do petróleo, e mais adiante percebi que poderia ser aproveitada para resolver o problema do lixo" conta Mauro Vieira de Matos, 39 anos, um dos idealizadores de um gerador de energia a partir de resíduos sólidos combustíveis.

O projeto ficou engavetado por muito tempo, até que, há um ano e meio, Matos deixou seu emprego de líder operacional de uma grande empresa para dedicar-se exclusivamente à produção do equipamento, junto com Celso Marques da Silva, 41. A máquina é composta básicamente de uma sequência de caldeiras e filtros. O resultado, garantem os inventores, é a redução dos resíduos na proporção de uma tonelada para apenas 20 quilos. "Já imaginou o que isso representaria em termos de meio ambiente, ampliando milhares de vezes a vida útil dos depósitos?", defende o representante dos "professores pardais", Flávio Martini, responsável pelos encaminhamentos de patente do invento e da tentativa de licenciamento junto aos orgãos ambientais.

Segundo o biólogo Arlei Ferreira Velho, da ECOS Consultoria e Projetos Ambientais -empresa que presta assessoria técnica aos inventores- , diversos testes e análises foram realizados no gás resultante da combustão da máquina, comprovando que a substância está livre de poluentes. O custo de produção do equipamento está na faixa dos R$ 40 mil, mas, para Matos, quando for liberado para comercialização, seus adeptos só terão vantagens: "Em poucos meses a economia de energia terá pago o investimento."

Divulgado por Homero De Boni Jr email: h.deboni@terra.com.br


Dados do INPE -Brasília - 18/04

Cresce desmatamento na Amazônia - Levantamento do Inpe exclui a atuação das madeireiras

Por Sandra Sato

Os desmatamentos na Amazônia cresceram 31,4% no período de 1997/98 em comparação com 1996/97. Subiu de 13.227 quilômetros  quadrados para 17.383 quilômetros quadrados a área desmatada, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), divulgados hoje. A estimativa para 1999 - ainda não está concluída a pesquisa - é de uma pequena redução, para 16.926 quilômetros quadrados.

A Amazônia perdeu 14% de sua cobertura original, correspondente a 551.782 quilômetros quadrados, segundo dados registrados pelo Inpe em
20 anos de monitoramento da região com ajuda do satélite Landsat (1978-1998). Segundo o diretor do Instituto, Marcio Barbosa, 100 mil quilômetros quadrados do total desmatado foram destruídos no século passado, com a exploração da borracha. O levantamento do Inpe trata apenas dos desflorestamentos provocados pela agricultura e pecuária, excluindo a atuação das madeireiras. Segundo Barbosa, a exploração seletiva de madeiras é de difícil visualização nas imagens feitas por satélite e, por isso, é motivo de um estudo à parte.

Prefeituras têm ligação com madeireiras

O ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, preferiu comentar dados preliminares de 1999, porque assumiu o ministério em janeirodaquele ano. Na sua opinião, os dados indicam uma reversão da tendência de crescimento nos desmatamentos. "Este ano é fundamental para verificar se a tendência de crescimento foi contida", disse o ministro. Ele disse que as prefeituras situadas no arco do desflorestamento - nos Estados do Acre, Roraima, Rondônia,Mato Grosso, Tocantins, Maranhão, Amazonas, Pará e Amapá - fazem composições com o poder econômico local e estão comprometidas com madeireiras.

O ministro tentou mostrar que a previsão de queda para 1999 ocorreu graças às proibições de novos desmatamentos e de autorizações para transporte de produtos florestais, determinadas por ele, além da  fiscalização com ajuda do Exército e Marinha por meio da operação Amazônia Fique Legal

Manipulação

O coordenador do Instituto Socio-ambiental (Isa), João Paulo Capobianco, acusou o ministro de tentar manipular os dados, durante a divulgação da pesquisa do Inpe. "É muita leviandade", reclamou, observando que o ministro escondeu da sociedade um dado "astronômico": o aumento de mais de um terço nos desmatamentos na região. "Não se faz democracia assim, mas sim discutindo a realidade", disse. Para ele, o aumento efetivo de 31,4% deveria ser o tema central da coletiva, ao contrário de o ministro reduzir esse fato e optar por comentar a "discreta  possível queda" prevista nas projeções de 1999.

O assessor da senadora Marina Silva (PT-AC), Nilo Diniz, considera o índice de desmatamento muito alto. A taxa média de desflorestamento,
no período de 1997/98, é de 0,48%, igual à registrada entre 1988/89. Essa taxa, segundo Diniz, foi manchete de jornais internacionais em 1988. Mas esse porcentual parece pequeno atualmente por causa da explosão registrada em 1994/95, quando a taxa de desmatamento subiu para 0,81%."A volta aos 0 48% revela que todos os cuidados nas áreas agrárias e de agricultura não surtiram efeito", lamenta.

Assentados

Quase metade dos desmatamentos ocorridos entre 1995 e 1998, na região amazônica, foram registrados em propriedades com menos de 100 hectares. "Os assentamentos são vetores de desmatamento", admitiu Sarney Filho, lembrando, no entanto, que há proibição de abertura de novos assentamentos na região. Mas quando se observa dados segundo o tipo de vegetação, observa-se desmatamento de grandes áreas densas de florestas ombrófila (conhecidas como a rain forest). O porcentual de desmatamento é de 13,24% em áreas superiores a mil hectares.

Divulgado por Sebastião Kengen email: skengen@sede.ibama.gov.br 

Lista Floresta -      floresta-l@jatoba.esalq.usp.br


Jornal do Brasil - Terra Viva

Responda rápido

"Responda rápido: como é que vc mde seu próprio bem estar? pelo salário que recebe no fim de mês, pelo tamanho da conta bancária, pela declaração de bens? Ou vc tbém leva em conta a qualidade do ar do ar que respira e da água que bebe, a tranquilidade das ruas pelas quais anda, a possibilidade de olhar para o verde, um ambiente de trabalho sem estresse? Pois essas mercadorias tão ambuntantes na época de nossos avös, são cada vez mais raras finitas e valiosas.O que falta é um indicador equivalente ao PIB, que reflita o estado do meio ambiente, da sustentabilidade, da saude pública e que não se limite aos fatores estritamente econômicos...."

"... pelo jeito já estamos chegando mais perto de um Sistema de Contas Ambientais, tema que ocupa estudiosos do mundo inteiro...

"..o indice define 21 fatores-chaves para indicar sustentabilidade ambiental...

Os melhores:                      Os piores:

1º. Noruega                        24. Argentina

2º.Islândia                          29. Brasil

3   Suíça                              40. China

16º USA                            48. México

18º Japão                          56. Vietnã

e-mail da jornalista:  kristina@telenews.com.br

Divulgado por Joelma Cavalcante email: jorj@gbl.com.br


Jornal a Regiao - Itabuna- Ba

14 de maio de 2000

Gerente do Transamérica preso por tráfico de animais silvestres

A prisão de Ramon Martins dos Santos, gerente de manutenção do Hotel Transamérica, na ilha de Comandatuba (Una), desbaratou um esquema de venda de animais silvestres do Sul da Bahia para criadores de São Paulo e do Rio de Janeiro. Ramon foi preso em flagrante por fiscais do Ibama na tarde da última terça-feira, após denúncias anônimas que foram confirmadas junto aos compradores de pássaros. Os fiscais do Ibama prenderam o gerente do Transamérica no momento em que ele preparava 57 canários da terra para embarque.

Os animais eram embarcados no aeroporto construído pelo hotel na Ilha de Comandatuba, com o objetivo de driblar a fiscalização. o agente do Ibama, José Iran Almeida, que comandou a operação, revela que "tínhamos várias denúncias contra Ramon, mas só agora conseguimos pegá-lo em flagrante". Ramon comprava cada pássaro por 5 reais e revendia para criadores por até 600 reais, um negócio lucrativo que vinha sendo explorado há pelo menos um ano. "Trata-se de um dos maiores traficantes de animais silvestres da região", afirmou o agente do Ibama.

O gerente do Transamérica, que se recusou a falar com a imprensa, foi multado pelo Ibama em R$28.500,00 e encaminhado à sede da Polícia Federal em Ilhéus. Os pássaros apreendidos foram encaminhados ao Ibama e serão libertados na área onde viviam. Ramon Martins pagou a fiança de R$50 e foi liberado, mas vai responder a processo por tráfico de animais. Se for condenado, pode pegar de 1 a 3 anos de prisão.

Divulgado por Lucas Matheron -Flora Brasil email: lucas.mh@wanadoo.fr


"A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo"     Peter Drucker

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