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05046000008 - Information Commodities - Sinalizando o Mercado [6] - Notícias que chamaram a atenção da Rede CTA-UJGOAIS - 25/07/00 16:56:57

Information Commodities - Sinalizando o Mercado [6]

Notícias que chamaram a atenção da Rede CTA-UJGOAIS


InfoGeo - Notícias

Pesquisadora do INPE ganha homenagem internacional

A International Society for Photogrammetry and Remote Sensing (ISPRS), entidade que reúne instituições do mundo inteiro na área de observação da Terra, vai homenagear a pesquisadora do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), Tania Sauzen. Ela foi indicada pelo conselho da ISPRS por suas atividades a frente do Grupo de Trabalho 1, voltado para a área de educação, que, com outros três grupos, compõe a Comissão Técnica de Educação e Comunicação da entidade. “A indicação me deixou muito feliz, passei três dias rindo sozinha”, afirma. Sauzen conta que uma de suas principais atividades no grupo foi desenvolver um banco de dados na Internet com 149 instituições de todo o mundo que oferecem cursos na área de sensoriamento remoto. Também promoveu um workshop voltado para a área, atuou na divulgação da ISPRS na América Latina, e fez um grande trabalho de divulgação de bolsas de estudos para especialização no INPE reservadas a candidatos indicados pela ISPRS.

O prêmio President’s Honorary Citation será entregue no encerramento do próximo congresso da entidade, que acontece em Amsterdã, na Holanda, de 16 a 23 de julho. “Esse prêmio, vale mais do que dinheiro para mim, faz sentir que estou fazendo um bom trabalho”, diz a pesquisadora. Ela atua desde 96 na liderança do Grupo de Trabalho e seu mandato termina em 2000. Por sua atuação nestes últimos quatro anos, foi indicada como candidata à presidência da Comissão Técnica de Educação e Comunicação tanto pelo presidente atual quanto pelos líderes dos outros grupos da Comissão. “Nem pensava em me candidatar mas, como a indicação foi unânime resolvi aceitar. Gosto dessa área de educação então, faço com amor, é um prazer”, explica.

Deise Roza - Jornalista InfoGeo email: 


Financial Times -IT Review, 05 Julho 2000

A corrida por serviços de alta velocidade

As tecnologias de banda larga estao rapidamente ganhando popularidade 'a medida que os consumidores estao demandando por servicos de acesso 'a Internet de alta velocidade e servicos multimidia. Mais de 27 milhoes de consumidores dos Estados Unidos irao dispor do acesso de alta velocidade ate' o ano 2003, gerando cerca de US$ 8 bilhoes em receitas, de acordo com as estimativas da Forrester Research. Por outro lado, o acesso de banda larga devera' representar metade de todos os rendimentos provenientes do acesso 'a Internet na Europa ate' 2004, ressaltou a International Data. As tecnologias de banda larga incluem os modems a cabo (cabo modems), as linhas digitais para assinantes (digital subscriber line - DSL) e o acesso fixo sem fio (wireless). Os satelites tambem oferecem um outro meio de acesso de alta velocidade e a Hughes Network Systems ira' lancar em breve uma nova versao de seu servico de Internet via satelite, o DirecPC, que passara' a disponibilizar servicos de interatividade bidirecional. A Hughes espera que os 8,6 milhoes de usuarios de seu servico de televisao via satelite - DirecTV - venham a contribuir para o sucesso do DirecPC, 'a medida que estes forem evoluindo para um servico combinado de televisao e Internet de banda larga via satelite. Enquanto isso, a America Online (AOL) esta' enfatizando o mercado de banda larga atraves de sua fusao com a gigante de TV a cabo Time Warner, fusao esta que ainda esta' passando por um processo de investigacao antitruste. A AOL-Time Warner pretende disponibilizar servicos de banda larga que oferecerao conteudos multimidia para seus 13 milhoes de assinantes de servicos de televisao a cabo.

Divulgado por Eduardo Athayde - Email: uma@worldwatch.org.br


New York Times - Online, 04 Julho 2000

Lei sobre assinaturas eletronicas é vista como estimulos ao comercio eletronico

Segundo os analistas, a nova legislacao que foi sancionada pelo presidente estadunidense Bill Clinton na semana passada, legalizando as assinaturas eletronicas, devera' reduzir drasticamente as despesas administrativas e o tempo consumido para se completar transacoes atraves da Internet. A lei nao encerrara' a concorrencia pela lideranca no campo das assinaturas eletronicas, que e' controlado atualmente por companhias como a VeriSign, Entrust Technologies, RSA e Baltimore Technologies. Estas companhias disponibilizam certificados eletronicos e mensagens codificadas que ajudam os empreendimentos comerciais a processarem suas transacoes online. O sistema assegura que as mensagens eletronicas sejam mesmo provenientes da pessoa ou do parceiro que enviou a mensagem, e que tal comunicacao nao tenha sido adulterada, tudo isso gracas a uma tecnologia denominada encripatacao de chave publica ("public key encryption", no original), a qual e' utilizada por todas as principais companhias do mercado de assinaturas eletronicas. A Signature-mail.com, que possibilita que seus consumidores anexem uma imagem de sua assinatura em seus e-mails, espera ser beneficiada pela nova legislacao. Entretanto, um dos co-fundadores da companhia, Michael Lloyd, sustenta que esta caracteristica podera' ser utilizada por companhias como a VeriSign a fim de simplificar os produtos de criptografia oferecidos a seus consumidores. Outros metodos de assinaturas eletronicas podem ser estabelecidos com base em caracteristicas biometricas .

Divulgado por Eduardo Athayde - Email: uma@worldwatch.org.br


Informe especial

Gab. Senadora Marina Silva - PT do Acre

Coordenação de Meio Ambiente e Desenvolvimento

8 de Junho/2000

Governo joga Água no debate

Ontem, dia 7 de junho de 2000, ficará marcado como mais um daqueles dias em que o Governo Federal desrespeitou, em sua plenitude, o Poder Legislativo.

Foi aprovado nas Comissões do Senado o Projeto de Lei (N.º 3/2000) que cria a Agência Nacional de Águas - ANA, sem o debate dos senadores, a participação da sociedade e sem qualquer alteração.

Todas as emendas apresentadas foram rejeitadas. Somadas a duas emendas apresentadas pelo Senador Paulo Souto, a Senadora Heloísa Helena (PT-AL) apresentou 5 emendas e a Senadora Marina Silva (PT-AC) outras três emendas.

Um verdadeiro 'rolo compressor', formado pelos Senadores da base parlamentar de sustentação do Executivo foi utilizado na aprovação da ANA, em nome da injustificável necessidade de criação urgente da referida Agência.

A Senadora Marina manifestou a necessidade de ampliar o debate nacional, de maneira a dar a oportunidade de que os mais diversos segmentos pudessem manifestar-se a respeito do assunto. Entende a Senadora Marina que a água, como o ar, é um bem natural de uso comum, que qualquer regulamentação demanda um pacto com o usuário, sob pena desta lei ser mais uma daquelas que vêm para serem desrespeitadas.

Caso seja aprovada no plenário nos próximos dias de junho, a ANA deverá ser uma "entidade federal de implementação da Política Nacional de Recursos Hídricos e de coordenação do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos."

O projeto apresenta, em sua versão atual, uma série de problemas que deveria merecer maior atenção dos Senadores, mas a posição do Governo Federal é de aprovação do projeto sem nenhuma emenda. São cerca de 200 cargos na estrutura do serviço público e parece ser isso o fator mais importante.

Entre outros aspectos, é possível destacar as seguintes emendas:

1. obrigatoriedade da aprovação dos dirigentes da ANA pelo Senado Federal: o projeto comete vício de inconstitucionalidade formal ao desrespeitar preceito definido na alínea f do inciso III do art. 52 da Constituição Federal;

2. necessidade de que as decisões da Agência Nacional de Águas sejam submetidas ao Conselho Nacional de Recursos Hídricos e quando diretamente vinculada aos interesses de determinada bacia hidrográfica, que o Comitê de Bacia delibere a respeito: vimos aqui que o Governo Federal entende que os cinco membros da futura Diretoria Colegiada da ANA serão mais representativos que os membros do Conselho Nacional de Recursos Hídricos - CNRH, que 60 (sessenta) membros, nesse caso solenemente desconsiderados. Portanto, o projeto, na prática, destitui o CNRH de qualquer poder; e

3. a transposição de um rio de domínio da União depende de aprovaçãopelo Congresso Nacional: mais uma vez o entendimento do Governo é que esta "importante" emenda não poderia, a despeito do "inquestionável mérito" impedir a criação da ANA. Assim, a rejeição da emenda representou que a transposição do Rio São Francisco pode ser decidida no âmbito da ANA.

Em conclusão, é flagrante o objetivo governamental de criar uma Agência que nasce não para apoiar o desenvolvimento e aperfeiçoamento do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos, mas para ser o elemento de coordenação do Sistema, contrariando toda a lógica estabelecida na Lei N.º 9.433, de 08 de janeiro de 1997, que institui a Política Nacional de Recursos Hídricos e cria o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos.

Coordenação de Meio Ambiente, Desenvolvimento e Temas Nacionais
Gabinete da Senadora Marina Silva (PT/Acre)

Senado Federal - Anexo II - Ala Teotônio Vilela
CEP- 70165-900 - Brasília - DF - Tel: (55)(61) 311-2182/2184
Fax: (55)(61) 323-4969 - E-mail: nilomelo@senado.gov.br
Site:www.senado.gov.br/web/senador/marinasi/marinasi.htm

Divulgado por Instituto Pinho Bravo email: jarmuth@webcampos.com.br


Jornal do Brasil - 26.05.2000

Zero para o saneamento básico

Por UGO BRAGA

Investimentos em redes de esgoto e água tratada não contam com o dinheiro do FGTS desde dezembro de 1998

Em nome do ajuste fiscal, vêm sendo sacrificados todos os investimentos públicos em saneamento com dinheiro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. Desde dezembro de 1998, a Caixa Econômica Federal, administradora do dinheiro do FGTS, não empresta um único centavo para construção de esgotos ou sistemas de tratamento de água. Um alto funcionário do banco, que pediu para não ser identificado, confirmou que a situação vai permanecer pelo menos até 2002.

Na CEF, há dinheiro de sobra para o saneamento. No ano passado, o banco detinha R$ 1,6 bilhão para aplicar no setor. Amarrado por quatro resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN), tomadas a partir de 1998, pouco antes da crise russa, não pôde fechar nenhum novo contrato. Limitou-se a cumprir o calendário de liberações de empréstimos antigos. Já neste ano, o conselho curador do FGTS chegou a aprovar um orçamento com R$ 1,8 bilhão para o saneamento. Mas, realista. reviu a previsão para R$ 600 milhões. Acredita-se que seja mera formalidade.

Déficit público - O FGTS é a maior fonte de financiamento ao saneamento básico no Brasil. Estudos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) estimam em R$ 30 bilhões a quantidade de dinheiro necessária para levar rede de esgoto e água tratada a todas as famílias do país até 2010 - mantida a taxa de crescimento demográfico atual. Seriam gastos médios de R$ 3 bilhões por ano durante a década, mais da metade oriunda do Fundo de Garantia. Não vai dar.

O caso é que a Caixa financiava basicamente estados e municípios. Só que ao tomarem novos empréstimos, governadores e prefeitos aumentavam as dívidas públicas dos respectivos governos. Pelos critérios do acordo entre o governo brasileiro e o Fundo Monetário Internacional (FMI), aumento de dívida significa déficit público, mesmo que os governos gastem menos do que arrecadam. E há um limite para o déficit público. Para não ultrapassá-lo, a Tesoura - União sacrificou o saneamento.

O assunto vem chamando a atenção de alguns parlamentares e criando divisões políticas dentro do governo. "Isso é um escândalo", diz o deputado Alexandre Cardoso (RJ), líder do PSB na Câmara. Para não tornar a divergência pública, o ministro da Saúde, José Serra, vem hesitando assinar um documento aprovado pelo Conselho Nacional de Saúde - o qual preside - pedindo a retirada das barreiras financeiras impostas pela equipe econômica.

Dentro do governo, há uma divisão clara. A equipe econômica, chefiada e liderada pelo ministro da Fazenda, Pedro Malan, não comenta o assunto porque o julga polêmico, mas concorda que as restrições aos gastos com saneamento são necessárias. Outros ministros da área social, encabeçados pelo próprio Serra, discordam e pedem uma revisão nos critérios com que a tesoura oficial vem funcionando.

Os críticos fazem uma conta simples. Economia com saneamento significa gastos extras com saúde no futuro, na medida em que doenças como cólera, diarréias e verminoses em geral e hepatite se alastram com mais facilidade e requerem despesas com internação nos hospitais públicos. Exercícios da Organização Pan-americana de Saúde (Opas) calculam essa paridade em US$ 3 para US$ 1, ou seja, cada dólar aplicado em saneamento se multiplica em três economizados em saúde no triênio.

Divulgado por Ninon Machado email: lemefranco@ax.apc.org 


Folha de São Paulo - 29.06.2000

União deve apresentar normas para cultivo de alimentos modificados geneticamente no prazo de 90 dias

Justiça proíbe plantio de soja transgênica

DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

A Justiça Federal proibiu a empresa Monsanto de produzir soja transgênica e  o governo federal de autorizar novos casos de plantio e comercialização de  alimentos modificados geneticamente pelo prazo de 90 dias.

A decisão foi tomada anteontem pela 6ª Vara da Justiça Federal em Brasília.   Além da proibição, o juiz Antônio Souza Prudente deu um prazo de 90 dias   para a União exigir da CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança)   uma nova legislação sobre alimentos transgênicos.

A Advocacia Geral da União e a Monsanto ainda não foram notificadas  oficialmente, mas já anteciparam que pretendem recorrer. A primeira  providência deve ser um pedido de liminar que permita o plantio da soja  enquanto os recursos não forem julgados.

O processo contra a Monsanto e a União é movido pelo Greenpeace e pelo Idec   (Instituto de Defesa do Consumidor). Ambos contestavam a liberação de   espécies modificadas geneticamente pela CTNBio em prol da Monsanto. O juiz   Prudente condenou a União a exigir a realização prévia de estudo de impacto   ambiental (EIA/Rima) da Monsanto do Brasil para a liberação de plantio e   venda de espécies modificadas.

Prudente ainda considerou inconstitucionais duas decisões da CTNBio que possibilitavam a dispensa do EIA/Rima nos casos envolvendo alimentos  transgênicos.

Na mesma sentença, o juiz condenou a União a exigir da CTNBio a elaboração  de novas normas relativas à segurança alimentar, comercialização e consumo  dos alimentos transgênicos dentro de 90 dias. As normas devem seguir o  Código de Defesa do Consumidor e as legislações ambientais.

Durante esse prazo, a CTNBio fica impedida de emitir pareceres sobre  quaisquer pedidos de liberação de plantio de alimentos modificados. O  governo e a Monsanto têm 30 dias para recorrer.

O procurador regional da União na 1ª Região, José Diogo Cyrillo da Silva, afirmou que o governo vai recorrer da sentença "em toda instância que for   necessário".

Silva disse que ainda precisa analisar o caso para definir a linha de ação, mas que irá pedir uma liminar que permita a continuidade do plantio e a emissão de novas autorizações pela CNTBio.

Outro processo do mesmo caso foi analisado ontem pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília, que julga a cassação de uma liminar  concedida ao Greenpeace e ao Idec. A liminar impedia o plantio de soja  transgênica pela Monsanto enquanto a ação na 6ª Vara Federal era julgada.

Como a decisão da 6ª Vara já saiu, a liminar perdeu o sentido. Mesmo assim,  o julgamento no TRF foi interrompido e será analisado novamente em agosto.

Belo Horizonte

A Vigilância Municipal da Secretaria da Saúde de Belo Horizonte determinou  aos supermercados da cidade que coloquem placas com o aviso "produto com  componentes transgênicos" nas prateleiras com alimentos geneticamente  modificados.

O objetivo é identificar para os consumidores os 11 alimentos com  ingredientes transgênicos apontados em testes encomendados pelo Idec e pelo  Greenpeace.

Ontem, técnicos começaram a fiscalização. Cinco supermercados foram  visitados e apenas um tinha placas. A multa é de 100 ufir (R$ 106,41) ao dia.


Jornal do Brasil - 28 de junho de 2000

Saúde manda recolher Nestogeno

Lista da Agência de Vigilância Sanitária inclui outros onze alimentos com componentes geneticamente modificados

VILMA SILVEIRA

BRASÍLIA - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária, do Ministério da  Saúde, enviou ofício a dez empresas que industrializam alimentos pedindo o  recolhimento de produtos suspeitos de conter transgênicos importados. Caso  a suspeita se comprove e os fabricantes não atendam à determinação, a  Vigilância Sanitária apreenderá os produtos nos pontos de venda. Fazem  parte da lista o Nestogeno, a batata frita Pringles, a salsicha Swift e  alimentos a base de soja, como Supra Soy e ProSobee.

Segundo denúncia do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, 12  produtos alimentícios à venda no mercado brasileiro conteriam ingredientes  geneticamente modificados. O diretor de Alimentos da Vigilância Sanitária,  Ricardo Oliva, disse que, de acordo com o ofício enviado sexta-feira  passada, os fabricantes deveriam informar, no prazo de uma semana, a  procedência dos insumos utilizados nos produtos. Até ontem nenhuma das dez  empresas tinha encaminhado as informações pedidas.

Oliva ressaltou que a venda de transgênicos é proibida no Brasil. O diretor de Alimentos da Vigilância Sanitária disse que, embora não exista uma  legislação específica no que diz respeito à rotulagem dos produtos, é  responsabilidade dos fabricantes informar o consumidor sobre o que ele está  consumindo. "Tem uma denúncia que precisa ser apurada e a responsabilidade  é da empresa de retirar o produto do mercado antes que tomemos medidas do  ponto de vista concreto", afirmou.

O diretor de Alimentos da Vigilância Sanitária não quis adiantar as medidas   cabíveis, mas entre elas está a possibilidade de apreensão dos produtos.

Quanto a possíveis riscos à saúde, Oliva disse que não existe evidência de  risco. Ele citou um parecer técnico da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança que considera seguros produtos com a soja Roundump Ready, da  Monsanto.

Exceto a mistura para preparo de sopa sabor creme de milho verde, da  Refinações de Milho Brasil, onde foi constatado o milho transgênico Bt, da Novartis, o conteúdo transgênico dos outros produtos é a soja Roundup Ready.

Os produtos foram examinados em laboratórios da Áustria e da Suíça. Segundo  o Idec, lotes de sete alimentos diferentes apresentaram mais de 1% de  transgênicos. Os que apresentaram maior incidência foram dois tipos de  chips sabor bacon: o Bac’n Pieces e o Bac’Os, ambos importados dos Estados  Unidos e com 8,7%.

A regulamentação dos transgênicos no Brasil não está definida. A produção e  a comercialização de produtos transgênicos é proibida por força de liminar  concedida pela Justiça até que sejam definidas regras de rotulagem.


Jornal do Brasil- 28 de junho de 2000

Médico pede cautela

Tanto para o médico Naylor de Oliveira, professor de Pediatria da  Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), quanto para a médica Glória  Maria Barbosa, homeopata e pediatra, é preciso verificar com segurança se o  Nestogeno e outros produtos de alimentação infantil contêm mesmo   transgênicos. "Já se diz que grande parte dos alimentos contém   transgênicos. Embora não se conheça os efeitos a curto, médio e longo prazo   sobre o organismo humano, há suspeitas de que poderiam provocar alterações,   inclusive genéticas", diz Glória Barbosa.

Naylor Oliveira apóia a retirada dos alimentos com transgênicos do mercado.   "As fórmulas anteriormente liberadas não continham transgênicos. Esses de   agora são, portanto, novos, precisam ser testados." Glória Maria defende   uma ampla divulgação dos resultados das pesquisas. "A população tem o   direito de saber. Se os pais não podem ter certeza sobre determinado   alimento, é melhor não usar."

Naylor Oliveira adverte que a população já está consumindo transgênicos há   muito tempo sem saber, em massas e nos biscoitos vendidos nos  supermercados. "A indústria informa o que tem na fórmula, mas não a origem  dos elementos que entram na composição."

O Nestogeno, muito popular na dieta infantil, é, segundo o pediatra, "um complemento alimentar que pode ser substituído por assemelhados". Mas a   questão é saber se os substitutos não contêm transgênicos. "Cabe à Vigilância Sanitária regular e fiscalizar", conclui Naylor Oliveira.

Divulgado por Maria C. Rosa email: mariacrosa@uol.com.br

e David Hathaway email: hathaway@unisys.com.br


AMS Propaganda - e Week

Botas  geram energia elétrica

O inventor do Windup Radio acaba de apresentar o seu mais recente invento: um par de botas que irá transformar a energia do caminhar em energia elétrica, capaz de carregar baterias de vários equipamentos, como celulares ou computadores portáteis. Aproveitando o fato de estar participando de uma caminhada beneficente na África - onde irá percorrer a pé o deserto - Trevor Baylis irá testar o seu novo invento.

Ele utilizará um par de botas cujas solas são feitas de material constituído por um conjunto de cristais que gera energia elétrica sempre que comprimido. Baylis espera que, com alguns melhoramentos, as botas sejam capazes de produzir entre um e três watts de energia.

Após o período de testes Baylis pretende comercializar os seus inventos, e para isso criou a Electric Shoe Company. Setores militares britânicos e norte-americanos já demonstraram interesse nestes inventos, dado que um dos grandes problemas numa batalha é a dificuldade em abastecer as tropas de baterias novas para os equipamentos de telecomunicação. Fonte: Digito

AMS Propaganda email: amsprop@zaz.com.br


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"A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo"    Peter Drucker
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