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05046000009 - Information Commodities - Sinalizando o Mercado [9] - Notícias que chamaram a atenção da Rede CTA-UJGOAIS 05/08/00 03:17:00

Information Commodities - Sinalizando o Mercado [9]

Notícias que chamaram a atenção da Rede CTA-UJGOAIS


O Tempo

Belo Horizonte, MG-19/07/2000

Internet é usada para denunciar discriminação

Estudiosa da questão do racismo no mundo, a médica maranhense Maria  de Fátima Oliveira Ferreira, radicada em Belo Horizonte, coleciona exemplos de absurdos raciais no planeta, principalmente na área da saúde. Na última sexta-feira, a pesquisadora deu lugar à cidadã, que se indignou com artigo que viu no site na rede inglesa BBC intitulado "Racismo causa esquizofrenia na Grã-Bretanha". No dia seguinte, Fátima juntou esse a  outros 14 artigos e montou o que está chamando de "A Doença do Racismo - Coletânea". O material foi distribuído entre diversos sites na Internet e ganhou repercussão que está surpreendo sua "organizadora". Desde que divulgou a coletânea na rede mundial de computadores, Fátima Oliveira tem recebido inúmeras manifestações de apoio e consultas. "Uma rede de advogados e economistas na Internet, alarmados com o material, me pediu, e eu autorizei, a divulgação da coletânea em 1.800 endereços. Estou sendo procurada por pessoas de diversas partes do país", conta. Trabalhando atualmente no Hospital das Clínicas, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Fátima Oliveira é bolsista da Fundação MacArthur e desenvolve um projeto de divulgação e popularização da bioética. Além dessa trabalho, a saúde da população negra sempre foi objeto de interesse da médica. Ela lembra a discriminação sofrida por negros no sistema de saúde, seja pela cor ou pela condição socioeconômica a que estão confinados, os impede de ter acesso a oportunidades de trabalho e ao consequente poder aquisitivo para a compra de medicamentos. 

Divulgado por Fátima Oliveira email: fatimao@medicina.ufmg.br


Revista Digital Águaonline - www.aguaonline.com.br

Vazamentos… Seção remember

MTBE contamina fontes de água

nº 03- 20 a 26/04/2000

Em alguns Estados norte-americanos já está proibida a adição deste componente à gasolina

Um comunicado divulgado, em listas de discussão da internet, informa que na Venezuela e Estados Unidos estão sendo lançadas campanhas para a eliminação do aditivo MTBE20 da gasolina. Na Venezuela a substituição do chumbo pelo MTBE foi saudada como a solução para uma gasolina limpa, ecológica e "verde", o que agora está sendo contestado pois o aditivo também representaria uma ameaça à saúde pública.

A controvérsia sobre o uso do MTBE se arrasta há mais de 15 anos nos Estados Unidos. No Alaska seu uso foi suspenso devido à estreita relação com problemas de saúde nos trabalhadores das refinarias de petróleo, e pela contaminação da água para o consumo humano. Estados como Washington, Oregon, Colorado, Nevada, Arizona e Novo México utilizam principalmente etanol como aditivo.

Na Califórnia foi desencadeada uma campanha pública para erradicar o uso de MTBE da gasolina pela constatação de que há mais de 10.000 fontes de abastecimento contaminadas por este produto. Cerca de 80% da água potável da cidade de Santa Mônica foi contaminada com MTBE, com concentrações de até 600 partes por bilhão (ppb). Segundo o informe as companhias envolvidas - Shell e Chevron - chegaram a um acordo com a cidade para pagar pelo abastecimento de água de fontes alternativas, recuperar as fontes afetadas e cobrir os custos das pesquisas realizadas.


Forum da Energia  - Notícias da EFEI Energy News

Acidente da Petrobras no Paraná 

Petrobras ainda preserva imagem - O vazamento de óleo ocorrido no Paraná caiu como uma bomba nas pretensões da Petrobras mas não deverá atingir, de imediato, a imagem que a empresa tem no exterior. A direção internacional da empresa está preocupada. "Uma empresa petrolífera deve ter competência para manejar a questão ambiental, pois se demonstrar fraqueza nesse setor a companhia terá dificuldades para se manter no futuro", alerta o diretor da Área Internacional da estatal e presidente da Braspetro, Jorge Marques de Toledo Camargo. O acidente acontece num momento delicado de negociação com a YPF/Repsol, de troca de ativos. Uma das maiores operações financeiras já realizadas na América do Sul e que envolve a ativos de US$ 1,2 bilhão....... Para o presidente da Repsol no Brasil, João Carlos de Luca, o desastre ecológico - o segundo grande derramento de óleo esse ano, o primeiro foi há seis meses na Baía de Guanabara - não muda o cenário das negociações envolvendo as duas empresas. No entanto, ele afirma que este tipo de acidente sempre prejudica a imagem "de uma empresa de petróleo" no exterior. Quando passou pelo Rio, o presidente mundial da Shell, Mark Moody-Stuart, disse que uma empresa atuante no ramo petrolífero deveria se preocupar com o bom atendimento e a transparência junto aos consumidores, com a gestão social e, principalmente, com a gestão ambiental, se essa empresa quiser sobreviver no próximo século". Jorge Camargo concorda e vai mais além. "A empresa não pode olhar somente o lucro, pois a parte ambiental é essencial". Depois do vazamento ocorrido no Rio, a Petrobras tinha empenhado R$ 1,8 bilhão num programa de excelência ambiental e de tecnologia. "Não adiantou nada o esforço, jogado por terra com mais esse acidente", diz Jorge Camargo. - Um acidente que provoca grande enfraquecimento junto à sociedade. Mostra que a companhia não tem preocupação com o meio ambiente, fator importante - acrescenta.
Fonte: Jornal do Commercio (JORGE LUIZ LOPES) Paraguai ameaça pedir indenização caso vazamento de óleo chegue ao país

Depois da Argentina, agora é a vez do Paraguai ameaçar pedir indenização caso o vazamento de óleo da refinaria da Petrobras, no Rio Iguaçu, Paraná, chegue àquele país. Foi o que declarou, hoje, o consultor ambiental da chancelaria paraguaia, Mario Bernalt Ovelar. Segundo ele, "quem provoca danos ao meio ambiente tem de pagar". Mario Ovelar determinou uma comissão do Paraguai para avaliar o avanço da mancha de óleo, em Três Fronteiras, área limítrofe com Brasil. Sobre a forma como seria calculado o ressarcimento, o consultor respondeu que existe um parâmetro internacional baseado na quantidade de material vertido.

Fonte: JB Online

Argentina quer indenização

A Argentina poderá pedir reparação por danos ambientais ao Brasil caso a mancha de óleo que vazou de um reservatório da Petrobrás chegue ao país e atinja o Parque Nacional Iguaçu, onde estão as cataratas que levam o mesmo nome. A informação foi dada ontem pelo secretário de Turismo e coordenador de Parques Nacionais da Argentina, Hernán Lombardi. Segundo ele, o governo já está fazendo medições químicas na água do rio para poder verificar eventual contaminação. A imprensa argentina noticiou com destaque o vazamento no Brasil e a possibilidade de que a mancha chegue ao país. O governo argentino tomou medidas preventivas e deve instalar hoje uma barreira no rio Iguaçu com o objetivo de deter a mancha de óleo, caso ela atravesse a fronteira. O secretário de Turismo considerou remota a possibilidade de o óleo cair nas cataratas do Iguaçu. Mas afirmou que o ecossistema de toda a região será afetado. Segundo Lombardi, a mancha está a 400 quilômetros das cataratas. Se atravessar a fronteira da Argentina, a mancha atingirá a Província de Missões, na qual várias cidades são abastecidas com a água do rio Iguaçu. O ministro Paulo Alberto Soares, da Embaixada do Brasil na Argentina, afirmou que não há possibilidade de a mancha de óleo chegar ao país. O responsável pelos Parques Nacionais da região onde estão as cataratas, Juan Carlos Cheves, confirmou as previsões.

Fonte: Valor Online (Cláudia Trevisan)

Governo do Paraná anuncia ação civil contra Petrobras

O governador do Paraná, Jaime Lerner, sobrevoou a área atingida pelo vazamento de óleo da Petrobras, em Araucária. Verificou que a mancha está contida por cinco barreiras montadas, no trecho de 45 quilômetros entre os municípios de Araucária e Balsa Nova. Por medida de precaução, outras três barreiras estão montadas mais adiante. Em entrevista, Jaime Lerner reconheceu avanços na solução do problema, mas que é preciso ficar em estado de alerta. O governador anunciou que o estado vai entrar com uma ação civil contra a Petrobras pelos danos causados com o vazamento de óleo da Refinaria de Araucária no Rio Iguaçu. A ação será impetrada tão logo saia o laudo da comissão de sindicância, que apura os danos. Mil pessoas, entre técnicos da Petrobras, governo do Estado e especialistas, trabalham dia e noite na contenção da mancha. Cem caminhões-tanque e 18 veículos sugadores ajudam a retirar o óleo do rio. Entidades de defesa do meio ambiente percorrem o rio de barco, a fim de resgatar animais e alertar a população ribeirinha para não consumir a água do Iguaçu.

Fonte: JB On Line (Alessandra Assad)

Governo de Santa Catarina pensa em acionar a Petrobras na Justiça

O governo de Santa Catarina levantou a possibilidade de entrar na Justiça contra a Petrobras, devido ao vazamento de quatro milhões de litros de óleo da Refinaria Presidente Getúlio Vargas, no Paraná. O secretário estadual de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente, João Macagnan, esteve hoje com representantes da Petrobrás, que lhe fizeram um relato sobre os procedimentos tomados pela empresa para impedir que o óleo avance para o estado catarinense. Segundo o secretário, "mesmo que o óleo não atinja a região, o estado de Santa Catarina já contabilizou prejuízos". Os municípios de Canoinhas e Irineópolis - abastecidos pelo rio Iguaçu - já estão abrindo poços artesianos para garantir água potável. "A mobilização das comunidades, o pânico dos moradores e a proibição da pesca já são prejuízos", concluiu.

Fonte: JB On Line (Tina Braga)

Bacia do Iguaçu sob novas ameaças

O maior acidente ambiental já ocorrido em um rio brasileiro - o vazamento de 1,3 milhão de litros de petróleo - chama a atenção para um problema crônico no rio Iguaçu, que atravessa o Paraná. Pelo menos três distritos industriais estão no seu entorno. Só em Araucária, onde fica a refinaria da Petrobras, grandes grupos como CSN e Cocelpa, e até o DNER respondem a mais de 20 ações judiciais por prejuízo ambiental. A Cocelpa, produtora de papel e celulose, atrasa a construção de lagoas de contenção e o DNER apela contra a suspensão de obras de alargamento da BR 476. A francesa Renault, no entanto, é beneficiada por um dispositivo que transfere para o município e o estado sua responsabilidade ambiental.

Fonte: Gazeta Mercantil (Ubirajara Alves, Cristina Rios e Newton Chagas)

Petrobrás deve ser multada em R$ 150 milhões até sexta-feira

O ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, afirmou hoje que a Petrobras deverá ser multada pelo vazamento de óleo no Paraná em R$ 150 milhões ainda esta semana. A empresa será obrigada ainda a adotar medidas de reparação de danos ambientais, além de indenizar as famílias atingidas com o acidente. Segundo o ministro, está sendo concluído o laudo do Ibama e da consultoria jurídica do ministério para verificar todos os artigos da lei de crimes ambientais que a empresa possa ter infringido. Sarney Filho afirmou que a Petrobras já foi multada pelo governo do Paraná em R$ 50 milhões e explicou que a autuação pelo governo federal se deve ao fato de a mancha de óleo Ter atingido um rio federal e por ser reincidente. De acordo com o ministro, a mancha de óleo está sob controle e não existe possibilidade dela   chegar a Foz do Iguaçu. Ele disse também que uma equipe do Ibama e do governo do Estado estão monitorando a qualidade da água na região.

Fonte: DGL Mix

Divulgado no Forum da Energia - Rede de Comunicação coordenada pelo prof. Edmilson M. dos Santos email: edsantos@iee.usp.br

EFEI Energy News - email:een@iee.efei.br


Rede Novação Corretora

Fundos vão financiar pesquisas -

O presidente Fernando Henrique sancionou ontem leis criando quatro dos dez fundos setoriais que vão financiar pesquisas científico-tecnológicas com recursos privados. A promessa é de que os fundos, nas áreas de energia, transportes, mineral e espacial, terão investimentos de mais de R$ 1 bi no ano que vem. O orçamento do Ministério de Ciência e Tecnologia este ano é de R$ 1,7 biá

Os fundos setoriais são formados por porcentuais do faturamento de ex-estatais ou por contribuições pela exploração de recursos naturais. Segundo FHC, para cada área que está sendo privatizada está sendo criada uma taxa especial para financiar a pesquisa cientifico-tecnológica. O Congresso está analisando o chamado fundo verde-amarelo, uma espécie de ponte entre as universidades e as empresas, como forma de ampliar a participação destas em inovações tecnológicas. No Brasil, ainda é pequena a participação das empresas privadas na produção científica.

Fonte: Resumo Novação


AN - Notícia - Joinvile, Santa Catarina

27.07.2000 - www.an.com.br/

Cidades não querem mais a água do rio Iguaçu

Irineópolis – Dois poços artesianos passarão a fornecer água a cerca de três mil habitantes de Irineópolis. A captação do rio Iguaçu será mantida apenas como sobressalente em caso de estiagens prolongadas. O prefeito Oscar Grossl(PFL) afirma que o derramamento de óleo pela Petrbrás despertou um desejo antigo da população que não se conforma em beber a água do Iguaçu, rio que recebe o esgoto de Curitiba e da região industrial de Araucária.

Porto União também iniciou campanha para que a Sanepar mude definitivamente a captação de água que abastece o município e União da Vitória. A Defesa Civil e ambientalistas já aderiram à campanha.

As análises da Sanepar garantem que não houve alteração na água captada em União da Vitória-PR. Cerca de cinco toneladas de lixo foram represadas nas barreiras montadas pela Petrobrás depois da chuva de sábado. (Marília Maciel)


AN - www.an.com.br

Duto da Petrobras segue interditado

Empresa ainda não forneceu a documentação para liberar bombeamento; abastecimento está garantido até sexta-feira

A Petrobras não apresentou ontem os documentos pedidos pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para a liberação do bombeamento de óleo por meio do duto que liga a Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária, na região metropolitana de Curitiba, ao Porto de São Francisco do Sul (SC). Em razão disso, a interdição continua, com garantia de abastecimento normal até sexta-feira.

O diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras, Eider Aquino, garantiu, no entanto, que a empresa está tomando todas as medidas para evitar maiores problemas. "Diria à população que pode ficar tranqüila que a Petrobras vai envidar todos os esforços não só para o retorno da operação do duto, mas também para evitar desabastecimento", disse. A Repar diminuiu de 31 para 20 milhões de litros de óleo processados diariamente.

O presidente do IAP, José Antônio Andreguetto, afirmou que a interdição continuará até que a empresa prove que o duto tem total segurança. Ele se reuniu ontem à tarde com representantes da Petrobras.

"Explicamos que não queremos criar nenhum caos, apenas garantia de segurança do duto", disse. "Acredito que amanhã (hoje) eles devem entregar os documentos e, se tudo estiver a contento, nós liberamos." A operação no duto foi proibida ontem, por volta das 15h30. Para a liberação, os institutos ambientais exigem a apresentação de um plano de controle ambiental e os laudos da Associação Nacional do Petróleo (ANP), que liberou o duto na semana passada, depois de dois dias de interdição.

A Defesa Civil do Paraná encerrou ontem as atividades de coordenação dos trabalhos de limpeza e recuperação dos rios Barigüi e Iguaçu. A Petrobras considera praticamente encerrado o trabalho de retirada de óleo dos rios. O maior trabalho se concentra na área de várzea nos fundos da refinaria, onde, segundo a empresa, ainda há cerca de 250 mil dos 4 milhões de litros de óleo que vazaram no dia 16. Ainda segundo a empresa, 20% do volume (cerca de 800 mil litros) evaporaram.

Divulgado por Gert R. Fischer email: gfischer.joi@zaz.com.br


NO - www.No.com.br

Está na agulha o Selo Verde

Por Marcos Sá Correa*

Depois de sete anos na cozinha do governo, está finalmente para sair do forno o Selo Verde, a versão brasileira do atestado de bons antecedentes ecológicos que ao redor do mundo certifica produtos e serviços. Oficialmente, ele depende ainda dos últimos retoques no Programa de Rotulagem Ambiental, que define seus critérios. Depois, terá seu desenho escolhido num concurso nacional para artistas gráficos. E até o fim do ano estará na praça.

Ele vem tarde. O país começou a discutir o assunto oito anos atrás, na Eco-92. Em 1993, ele começou a ser levado a sério pela Associação Brasileira de Normas Técnicas, que representa no Brasil a International Organization for Standardization, a do padrão ISO. Retardatário, o selo brasileiro estréia 23 anos depois do Blau Engel, que chancela mais de 4.300 artigos alemães. O Canadá tem o Environmental Choice desde 1988, o Japão adotou o Ecomark em 1989, a França em 1991 criou a marca NF-Environment e os Estados Unidos usam o Green Seal, que é um carimbo privado.

Há cinco anos, uma equipe se dedica ao selo verde na Associação Brasileira de Normas Técnicas. De seus laboratórios saíram padrões que passaram a ser exigidos por lei para a comercialização de preservativos, brinquedos e mamadeiras. São suas as regras de acessibilidade para deficientes físicos vigentes na prefeitura de São Paulo. Agora, tem prontos os preceitos para a indústrias de madeira e couro. Para obter o atestado de decência ambiental, as empresas que usam matéria-prima tirada de florestas terão que cumprir 93 requisitos além dos exigidos pela lei.

O selo, segundo o engenheiro civil Frederico Marques Cabral, que dirige o projeto, "é prêmio". Logo, não é para qualquer um. Por enquanto, ele só identificou "uma empresa que segue todas as 93 normas", que fixam critérios para o método do corte, o cuidado para evitar erosões e a conservação da água. E os fabricantes de Calçados do Rio Grande do Sul se anteciparam. Encomendaram a Cabral estudos preliminares de rotulagem para a indústria do couro. Feito em parceria com o Centro Tecnológico de Couros, Calçados e Afins de Novo Hamburgo, ele requer por exemplo que a água usada nos cortumes, normalmente um caldo fétido e poluente, seja tratada antes da devolução aos rios, sem uma gota de níquel e com mínimos teores de cloro.

E por falar em selos de qualidade, vem aí a rotulagem das administrações municipais. Está na agenda do Instituto Ethos, uma ONG que soma 301 empresas, 600 mil funcionários e R$ 190 bilhões de faturamento, ligadas por recomendações como evitar demissões desnecessárias, economizar energia, recompensar empregados que levam vida saudável e reciclar lixo, além de emprego tempo, dinheiro e instalações em projetos de responsabilidade social.

Neste momento, o Ethos prepara a classificação das prefeituras, segundo critérios com o respeito ao meio ambiente, o índice de corrupção, a qualidade de vida no município e outros quesitos capazes de atrair ou afugentar investimentos. A lista, em princípio, é para orientar empresas. Mas suas informações ficarão escancaradas à curiosidade pública numa página da internet.

Marcos de Sá Correia email: <mcorrea@no.com.br>

Divulgado por Flávio Gut - email: www.angolapress-angop.ao


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