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05046000011 - Information Commodities - Sinalizando o Mercado [11] - Notícias que chamaram a atenção da Rede CTA-UJGOAIS 15/09/00

Information Commodities - Sinalizando o Mercado [11]

Notícias que chamaram a atenção da Rede CTA-UJGOAIS


Gazeta Mercantil

Por Maysa S. Penna

Sobram vagas de gerente ambiental

22/08 06:33 (hora de Brasília) São Paulo, 22 de agosto de 2000 - O maior rigor da Lei de Crimes Ambientais, as exigências dos organismos internacionais de crédito, a busca de atestados que garantam a entrada de produtos brasileiros nos mercados da Europa e Estados Unidos e até mesmo a pressão de consumidores estão levando as empresas instaladas no Brasil a se preocupar mais com as questões ambientais.

Muitas empresas já criaram cargos específicos para cuidar da questão. É o caso daquelas da área de mineração, química e petroquímica, siderurgia ou papel e celulose, que lidam com o problema ambiental há alguns anos, em decorrência da própria natureza de sua atividade.

A carreira de gestor da área não existe formalmente, mas, segundo consultores e profissionais de meio ambiente que atuam nas empresas, existe um visível crescimento do interesse por parte dos recém-formados que não escolheram uma área de atuação profissional. (ver editoria Empresas & Carreiras)

Divulgado por Michele Luigi Procaccio email:wm@agevir.com.br


Forum do Clima

Site do UOL - 11. 09.2000

Conferência sobre mudanças climáticas da ONU começa na França

da France Presse em Lyon (França)

O primeiro-ministro francês, Lionel Jospin, abriu hoje a Conferência da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre Mudanças Climáticas, em Lyon (sudeste da França).

Jospin anunciou a organização até o final do ano de um plano de economia de energia na França e afirmou que as medidas de diminuição dos impostos sobre os combustíveis, tomada recentemente pelo seu governo, não colocam em dúvida o programa francês de luta contra o efeito estufa.

A Conferência de Lyon é uma nova etapa da negociação sobre as formas de aplicação do protocolo de Quioto, acordo internacional sobre a redução da emissão de gases que causam o efeito estufa.

Defendendo esse protocolo, Jospin insistiu na urgência de sua aplicação e na importância de um esforço coletivo dos países industrializados, que devem assumir suas responsabilidades e adotar medidas realmente sérias para o controle do uso de energia.

O evento reúne 1.700 especialistas que representam governos e ONGs (Organizações Não-Governamentais) de 154 países.


http://www.estadao.com.br/ciencia/noticias/2000/set/11/165.htm.

11 de setembro de 2000.

JOSPIN: AQUECIMENTO GLOBAL É AMEAÇA SÉRIA.

O primeiro-ministro francês destacou o fato de que o aquecimento global deverá prejudicar, em maior medida, os países pobres.

Lyon, França - O primeiro-ministro da França, Lionel Jospin, disse hoje que secas, enchentes e doenças virão a se tornar ameaças ainda maiores, a menos que os países desenvolvidos se empenhem mais em reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa. Jospin fez a afirmação durante discurso em uma conferência sobre o aquecimento global.

De acordo com Jospin, os países mais ricos devem tomar atitudes 'urgentes' para reduzir a emissão artificial de gases que afetam o clima do planeta.

Os países industrializados devem continuar a assumir toda a responsabilidade que têm', disse Jospin. 'Isto é essencial, se quisermos manter um planeta habitável'.

Delegados de 160 países reúnem-se esta semana em Lyon, como preparação para a Convenção das Nações Unidas sobre mudança Climática, que deve ocorrer em novembro, na Holanda. O objetivo é concluir as negociações para a implementação de um acordo histórico de 1997, que obriga os países industrializados a reduzir suas emissões em 5%, entre 2008 e 2012.

O presidente dos EUA, Bill Clinton, assinou o acordo de 97, mas o Senado americano vem se recusando a ratificar o acordo, a menos que os países em desenvolvimento também assumam compromissos, e que os custos sejam analisados. Mas Jospin afirmou que considerações econômicas de curto prazo devem ser postas de lado. 'É nossa responsabilidade conjunta controlar essas emissões'.

Jospin destacou o fato de que o aquecimento global deverá prejudicar, em maior medida, os países pobres. 'Os efeitos mais brutais e devastadores do aquecimento global atingirão os povos mais empobrecidos', afirmou. O primeiro-ministro não acusou nenhum país diretamente, mas os EUA eram o alvo de suas observações: de acordo com números da ONU, os Estados Unidos respondem por 36% das emissões de dióxido de carbono; a União Européia, 24%; e a Rússia, 17%.

A França, assum como os EUA, ainda não ratificou o acordo de 1997."


MOVIMENTO DE CIDADANIA PELAS ÁGUAS

Segundo dados de organismos internacionais, a água poderá ser um recurso escasso em 1/3 dos países no início do século XXI. A grande virtude do Movimento de Cidadania pelas Águas é que reúne, agrega e aglutina, num mesmo foro, pessoas e entidades, órgãos governamentais ou não, ambientalistas e donas-de-casa, com a finalidade de discutir e propor soluções de questões vinculadas, direta ou indiretamente: a ÁGUA. E-mail para contato: cidadaniaeagua@bol.com.br.

Propomos este trabalho acreditando na presença, ainda que fragmentada, de vários outros como nós, em cada beira de riacho, nas vizinhanças de represas, nas escolas e universidades, nas pequenas roças e nas grandes fazendas, nas ONGs e nos órgãos governamentais. Acreditamos no encontro de idéias entre estes tantos como nós numa situação diferente da tradicional, em quese queira ouvir tanto quanto falar, aprender tanto quanto ensinar, mais trocar do que impor. "Água é vida! Preserve-a".

Conte-nos o seu projeto!!! Envie um e-mail dizendo "o que você está fazendo de bom" para: marketing@viasoft.com.br.

Divulgado por Iude email:iude@igam.mg.gov.br


VALOR -  08/09/2000

GOVERNO FEDERAL NOMEIA DIRETORIA DA AGÊNCIA DA ÁGUA

Por Fábia Prates e Ivana Moreira

O governo confirmou as expectativas e indicou para a presidência da Agência Nacional de Águas (ANA), Jérson Kelman, assessor especial do Ministério de Minas e Energia e um dos idealizadores do projeto de criação da agência recém criada. A agência, que fará a regulação do uso dos recursos hídricos em rios federais e que institucionalizará a cobrança pela água, deve ser instalada de fato ainda neste mês. Na próxima semana, deve ser concluída a última etapa.

Na segunda-feira, Kelman e quatro engenheiros indicados para ocupar diretorias serão sabatinados pela Comissão de Infra-Estrutura do Senado. O plenário deve respaldar os nomes, depois da análise da comissão. Não deve haver resistência às indicações, Kelman, que tem 14 livros sobre o tema e já assessorou o Banco Mundial para o projeto Proágua (gestão para os recursos hídricos do Nordeste), já era apontado como provável presidente quando o projeto de criação da agência tramitava no Congresso.

Além dele, foram indicados o engenheiro-consultor Benedito Braga; o superintendente de Estudos e Informações Hidrológicas da Aneel, Marcos Freitas; o diretor de Recursos Hídricos do Ministério, Lauro Figueiredo; e o ex- secretário de energia do Amazonas, Ivo Brasil.

O gerenciamento da água será um dos principais temas da 3ª Conferência Latino-Americana sobre Meio Ambiente, a Ecolatina 2000, um evento que deverá reunir especialistas em Belo Horizonte, no próximo mês.

A transposição de águas do Rio São Francisco e o aproveitamento inaquedo do recurso na agricultura são outros temas que também deverão provocar polêmica durante a conferência. Cerca de 75% da água consumida hoje pelo Brasil é usada na agricultura e o país não tem técnicas adequadas de armazenamento.

O modelo de concessão da água para os municípios é outra pauta prevista no debate. O assunto está em evidência no Estado que sediará a Ecolatina há quase seis meses, desde que venceu o convênio entre a prefeitura de Belo Horizonte com a estatal de saneamento básico do Estado de Minas Gerais, a Copasa.

AGÊNCIA DE NOTíCIAS DAS ÁGUAS - Movimento de Cidadania pelas Águas - meio eletrônico: incidade@zaz.com.br - Antonio Carlos Maia Figueiredo - Kaká - Rua Marquesa de Alorna, 149/21 - São Lucas - Belo Horizonte - Minas Gerais - CEP 30240-260 - TEL.: 31 284 7720 - 9952 8546


Forum do Clima

7 de setembro, 2000

MADISON, Wisconsin, EUA -- Registros de capitães de embarcações fluviais, monges xintoístas, e outros documentos datados do século 15, confirmam a ocorrência de um crescente aquecimento global nos últimos 150 anos, segundo informaram pesquisadores nesta quinta-feira.

Após analisar estudos climáticos de diversos pontos do hemisfério norte, uma equipe internacional de cientistas chegou à conclusão de que as temperaturas vêm aumentando constantemente há pelo menos um século e meio.

As informações foram obtidas através da pesquisa feita em artigos de jornais e anotações individuais, que vão até o ano de 1443. Montando-se um perfil histórico, os cientistas observaram que as temporadas de inverno passaram a ser mais curtas desde 1840, quando compararam as camadas de gelo sobre rios e lagos ao passar dos anos.

"A coisa mais surpreendente é que essa comparação que fizemos é a forma mais simples de analisar o que aconteceu nos últimos 150 anos", ressaltou John Magnuson, especialista em estudos de água doce da Universidade de Wisconsin, em Madison, e um dos autores do relatório que será publicado, nesta sexta-feira, na revista Science.

Os relatos históricos que a equipe de pesquisadores utilizou para basear seus estudos foram produzidos por:

· seguidores do xintoísmo no Japão, que mantinham registros precisos no lago Suwa, onde acreditavam que as divindades viajavam sobre a superfície gelada;

· sacerdotes na Europa Central, que carregavam uma estátua da Virgem Maria sobre o lago Constance, no sul da Alemanha e ao norte da Suíça, logo que ele congelava em cada estação de inverno;

· negociantes de pele e comandantes de embarcações fluviais no Canadá, que constantemente realizavam medidas dos níveis de gelo nos rios.

Os registros, que também vieram dos Estados Unidos, da Rússia e da Finlândia, indicam que os lagos e rios atingem atualmente o nível de congelamento cerca de 8,7 dias mais tarde, e suas camadas de gelo começam a derreter 9,8 dias mais cedo, do que ocorria há 150 anos.

Os cientistas observam que, ao longo desse período, a temperatura da Terra apresentou um aumento de 1,8 grau Celsius, enquanto dados meteorológicos confirmam que, no último século, houve pelo menos crescimento de um grau Celsius.

Segundo os pesquisadores, um dos principais responsáveis por esse aquecimento global seria a emissão de gases poluentes na atmosfera terrestre, formando o chamado "efeito estufa".

"Além da poluição produzida, em conseqüência da Revolução Industrial na nossa sociedade moderna, o crescimento da temperatura na Terra poderia estar relacionado também a outros fatores, como as alterações na atividade solar", concluem Magnuson e seus colegas.


Fonte D'Agua -

MS continua levantamento de estudos do maior aqüífero da América do Sul

Extensão da reserva de água doce no subsolo do Brasil, Argentina, Uruguai e
Paraguai. .

A Unidade Estadual de Preparação do Projeto Aqüífero Guarani reuniu-se na última segunda-feira, 10 de julho, para dar continuidade aos trabalhos de levantamento de informações sobre a principal reserva subterrânea de água doce da América do Sul. O relatório completo sobre a grande quantidade de água presente no subsolo do Brasil, Uruguai, Paraguai e Argentina deve estar pronto até dezembro deste ano. Todas as unidades estaduais do país estão se mobilizando para o envio do máximo de informações disponíveis sobre o aqüífero. De acordo com o coordenador técnico nacional do projeto, Luiz Amore, já foram catalogadas 141 publicações e 143 instituições envolvidas com estudos sobre a reserva. Para a primeira fase, de levantamento de dados sobre o aqüífero e formulação de projeto de uso da água, estão previstos setecentos e quarenta e um mil dólares, dos quais 350 mil provém da doação do GEF (recurso do Banco Mundial, Bird, para planejamento em projetos de meio ambiente). O restante será contrapartida através de fornecimento de recursos humanos e materiais pela Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. O levantamento a ser realizado pelas entidades de MS estará centralizado também na busca das áreas de recarga, ou locais em que o Aqüífero é abastecido com água, como a das chuvas, por exemplo. Para um dos integrantes da unidade estadual, Felipe Augusto Dias, Mato Grosso do Sul tem posição estratégica vantajosa, pois 17 por cento das áreas de recarga estão nele. MS possui 25 por cento do aqüífero presente no país.

Brasil possui 70% do Aqüífero Guarani em seu território

Considerado como a principal reserva subterrânea de água doce da América do Sul e uma das maiores do mundo, o Aqüífero Guarani ocupa área de 1,2 milhão de quilômetros quadrados. A maior parte, oitocentos e trinta e nove mil e oitocentos quilômetros quadrados está no Brasil. Dados fornecidos pelo pesquisador do departamento de geologia da USP, Aldo Rebouças, apontam para uma reserva de água doce disponível de setecentos e quarenta e oito mil quilômetros cúbicos. O Aqüífero Guarani recebeu este nome para a unificação de outras denominações como Botucatu (no Brasil), Missiones (no Paraguai) e Tucarembó (na Argentina e Uruguai). De acordo com Felipe Augusto Dias, integrante da Unidade de Estudos de MS, em Mato Grosso do Sul existem 15 poços perfurados que atingem a reserva do aqüífero. Em Campo Grande, 5, dos 9 poços, estão em uso para o abastecimento público. No interior do Estado também existem 3 poços em São Gabriel D'Oeste, um em Dourados, um em Sidrolândia e um em Ponta Porã.


Época

Estudo aponta queda em desmatamento

Um estudo preliminar da agência de alimentos da ONU (Organização das Nações Unidas) constatou que o ritmo de destruição das florestas mundiais parece estar diminuindo.

A taxa de desmatamento caiu em até 10% nos anos 90 quando comparada com a taxa dos anos 80.

"Esses resultados preliminares não significam que a batalha contra o desmatamento está terminada. A redução não deve ser usada como uma desculpa para métodos de exploração insustentáveis", disse Hosny El-Lakany, diretor-geral assistente da Organização para a Agricultura e a Alimentação (FAO).

O estudo é preliminar. Um relatório final deve ser divulgado pela FAO no final do ano. As informações são da agência Reuters.

Divulgado por Maria C. Rosa email: mariacrosa@uol.com.br


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