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05047048001 - Information Commodities - Cidadania x ONG - RITS - Rede de Informações para o Terceiro Setor - SENAC-SP

17.05.2000

Information Commodities - Cidadania x ONGs

RITS - Rede de Informações para o Terceiro Setor e
Fórum Permanente do Terceiro Setor/SENAC-SP
I Prêmio Empreendedor Social  -Ashoka e Mckinsey


Concurso ensina ongs a montar plano de negócios

Incentivar que universitários e organizações da sociedade civil desenvolvam planos de negócios que garantam a auto-sustentabilidade do terceiro setor é o objetivo do 1º Prêmio Empreendedor Social, criado pela Fundação Ashoka e pela consultoria Mckinsey. Instituições de todo o Brasil e alunos de qualquer curso superior poderão se inscrever até o dia 14 de junho. Durante as três fases do concurso, com duração aproximada de seis meses, serão classificadas as equipes finalistas.

Ao todo serão selecionadas três organizações, que, além da oportunidade de formular um projeto completo para ser implementado ou apresentado para investidores em potencial, receberam um prêmio em dinheiro no valor de R$ 30 mil, R$ 20 mil e R$ 10 mil, respectivamente. Quanto aos estudantes, ganharão uma passagem aérea e estadia de uma semana em uma cidade brasileira, com direito a acompanhante. Mais detalhes sobre o prêmio na entrevista à seguir, com Carolina Nardy, consultora da Mickinsey e membro da comissão organizadora do concurso.

O que é um plano de negócios para uma organização do terceiro setor?

Trata-se de um instrumento de gerenciamento de um negócio, ou até mesmo da organização, porque estabelece objetivos e metas apoiados em uma análise da situação atual e cria um plano de táticas e ações que levarão ao cumprimento destas metas. O plano de negócios para o terceiro setor se diferencia porque considera também o impacto social do negócio analisado, uma vez que objetivos e metas não são expressos apenas em faturamento ou retorno, mas também em indicadores de melhoria social, como por exemplo o número de pessoas atendidas, o impacto no índice de mortalidade infantil de uma região e assim por diante.

Qual a vantagem para uma organização em ter um plano de negócios?

Para organizações do terceiro setor, além do plano de negócios ser um exercício de planejamento fundamental, ele é também uma ferramenta de captação de potenciais doadores. Além de apresentar a organização, o plano expõe com clareza as necessidades de investimento, o impacto social gerado e como a organização alcançará este resultado, empregando uma "linguagem" muito mais próxima dos empresários, o que pode aumentar as chances de sucesso da organização.

É preciso ter algum conhecimento prévio sobre o tema para participar do Prêmio Empreendedor Social?

Não. As organizações participantes devem apenas estar estabelecidas juridicamente, contar com profissionais de tempo integral em cargos gerenciais, e não apenas voluntários, e ter acesso a uma infra-estrutura básica de comunicação como telefone, correio eletrônico e Internet. Além disso, a organização terá mais chances de ser convidada a participar, quanto mais clara for a idéia do que pretende desenvolver no plano de negócio do Prêmio Empreendedor Social.

Na sua opinião, é possível pensar em auto-sustentabilidade em organizações sem fins de lucro?

As organizações do terceiro setor devem procurar cada vez mais administrar suas fontes de recursos e é justamente para isto que o plano de negócios serve. A sustentabilidade pode vir através da geração de receitas através de negócios ou produtos comercializados pela organização, de doações e/ou de parcerias estratégicas. Independente da forma mais adequada para cada organização buscar sua sustentabilidade, seja através de recursos gerados "internamente" ou não, ela terá melhores chances de ser bem sucedida se planejar seus objetivos, as ações necessárias para obter o impacto necessário e sua necessidade de investimento.

Uma das principais dificuldades no aprendizado de novos instrumentos gerenciais é a adaptação de um modelo empresarial a lógica do terceiro setor. Como os estudantes que participarão da equipe serão preparados para aproveitar o conhecimento que as organizações já trazem?

Os estudantes, assim como os representantes das organizações sociais, serão treinados por uma equipe multidisciplinar formada por profissionais da McKinsey, especialistas do terceiro setor da Ashoka e profissionais de organizações parceiras. Nestes treinamentos, o estudante será capacitado através de palestras e dinâmicas de grupo para desempenhar seu papel, que é ajudar a organização a reunir o conhecimento que ela já dispõe sobre aquele negócio, identificar o que ainda precisa ser considerado e apoiar o desenvolvimento destas novas análises e conclusões. É importante deixar claro que os responsáveis pelo desenvolvimento do plano propriamente dito serão as organizações sociais, mesmo porque elas é que irão implementar o plano depois.

Como será feita a orientação dos estudantes e das organizações durante as três fases de seleção?

Todos participarão de um dia de treinamento no início de cada etapa do prêmio. Além disso, eles contarão com manuais de apoio descrevendo a metodologia e os passos necessários para o desenvolvimento do plano de negócios, acompanhamento indireto de profissionais de organizações parceiras e, para as organizações classificadas na etapa final, um profissional voluntário da McKinsey que orientará a equipe na finalização do seu plano de negócios.

O que é preciso fazer para participar do prêmio?

As organizações da sociedade civil e estudantes universitários interessados em participar devem acessar o site do prêmio, ler o Manual do Participante e Regulamento do Concurso, e preencher a ficha de inscrição até o dia 14 de julho. Dúvidas podem ser esclarecidas por correio eletrônico. http://www.rits.org.br/


Fundo Global para Mulheres - Encarregado de programas

04/05/2000

O Fundo Global para Mulheres (em inglês, Global Fund for Women) está contratando um encarregado de programas, para trabalhar com iniciativas da América Latina, Caribe, Oceania e Canadá. O GFW é uma fundação de captação de recursos para projetos de direitos da mulher. O profissional contratado será responsável por examinar e gerenciar os projetos de organizações que precisam de financiamento. É pré-requisito ter experiência na da área de direitos da mulher e em desenvolvimento internacional. São exigidos espanhol e inglês fluentes, além do domínio de Word, Filemaker Pro e correio eletrônico. A carga horária é de 40 horas semanais. O salário varia de 35 a 55 mil dólares, além de benefícios. Os interessados devem enviar currículos, cartas de apresentação, histórico salarial e duas referências de trabalho para The Global Fund for Women 425 Sherman Ave. Suite 300 Palo Alto, CA 94306, USA. Outras informações pelo fax (1-650) 328-0384 ou pelo correio eletrônico. Faça download para obter o edital da seleção. http://www.rits.org.br/


Programa Pró-Atlântica

Até o dia 10 de junho, o Programa de Proteção Florestal aceita currículos para a seleção de um coordenador técnico. O candidato selecionado irá trabalhar na Unidade de Coordenação Geral do programa, que fica no Paraná. O profissional será responsável pela condução e articulação durante a execução das atividades de mapeamento e monitoramento ambiental de toda a área do Programa Pró-Atlântica.

Entre os requisitos estão: possuir formação técnica em geografia (preferencialmente), ou nas áreas de biologia, engenharia florestal, ecologia ou outra área afim; ter experiência mínima de cinco anos na área; possuir carteira de habilitação e domínio de inglês. Os interessados devem encaminhar currículo resumido para a Rua Desembargador Motta, 3384, Mercês, Curitiba, PR, ou por correio eletrônico. Mais informações pelo telefax (41) 324-0242. http://www.rits.org.br/

Divulgado por Joelma Cavacante email: jorj@gbl.com.br


Centro de Educação Comunitária para o Trabalho do SENAC-SP 

Fórum Permanente do Terceiro Setor/SENAC-SP

O Centro de Educação Comunitária para o Trabalho do SENAC-SP estará realizando no próximo dia 30 de maio às 19h30, o Fórum Permanente do Terceiro Setor/SENAC-SP, no auditório de sua sede, à Rua Dr. Vila Nova, 228, térreo.

O tema deste 22º encontro será A Nova Liderança no Terceiro Setor. Para tratar do assunto, foram convidados como expositores dois importantes fundadores de organizações não governamentais: o Sr. Rodrigo Baggio ? Fundador e Diretor Executivo do Comitê para a Democratização da Informática, primeira organização não governamental a atuar na área tecnológica, localizada no Rio de Janeiro e o Sr. Rodrigo Mendes - Presidente da Associação  Rodrigo Mendes, que oferece cursos de artes plásticas para deficientes físicos em São Paulo.

A participação no Fórum Permanente do Terceiro Setor/SENAC-SP é aberta a líderes de instituições sociais, ONG?s, dirigentes de fundações ligadas a empresas, educadores, pesquisadores, estudantes e profissionais interessados em atuar no Terceiro Setor.

NÚMERO LIMITADO DE VAGAS. CONFIRMAR PRESENÇA ATÉ O DIA 26/05/00, POR TELEFONE: (11) 6191 5151.email: cct@sp.senac.br


"A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo"     Peter Drucker

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